PT associa Perillo a Cachoeira em documento oficial

19 maio, 2012 às 9:28 por Fernando LOBO

O PT aprovou ontem documento em que associa, nominalmente, o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB) ao esquema do empresário Carlos Cachoeira, acusado de exploração do jogo ilegal.
“A organização criminosa comandada pelo contraventor Carlos Cachoeira atuava dentro das estruturas do Estado de Goiás, governado por Marconi Perillo, espalhando seus tentáculos nas instituições dos poderes constituídos de outros estados do Brasil”.
Alvo de discussão do diretório nacional do partido, o texto reflete o desejo de que Perillo seja convocado pela CPI de Cachoeira. Durante a reunião, petistas insistiram na convocação de Perillo.
“Não existe blindagem porque não há elementos contra qualquer outro governador. Só contra Marconi Perillo”, afirmou o secretário de Comunicação do PT, André Vargas, segundo quem a CPI está indo bem por ser cautelosa.
Um dia depois de a comissão dar sinais de que será esvaziada, o ex-ministro José Dirceu defendeu que o teor das escutas telefônicas da Polícia Federal venha à tona, com a convocação dos investigados.
“A CPMI poderá elucidar a infiltração do crime organizado e da corrupção na alta política nacional, como foi a tentativa denunciada em escutas oficiais de que o meliante Carlos Cachoeira pretendia fazer nomear o senador Demóstenes Torres (ex-DEM) para o Supremo Tribunal Federal. Tal fato não encontra paralelo na história do Brasil: um assecla da organização criminosa ser guindado à mais alta corte de justiça do País”, diz a resolução divulgada pelo partido.
Apesar da defesa da continuidade da CPI, houve diferenças de opinião sobre a condução. O senador Humberto Costa (PE) sugeriu que houvesse uma articulação comum dos partidos da base aliada. Outros parlamentares duvidavam da disposição do PMDB de levar as investigações a fundo.
“É fundamental mobilizarmos a sociedade em defesa de uma ampla apuração de todas as denúncias relatadas nas operações da PF, bem como de todas as ramificações da organização criminosa, doa a quem doer, pois ninguém, seja na área pública ou privada, pode situar-se acima da lei”, afirma o documento.
Folha

O PT aprovou ontem documento em que associa, nominalmente, o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB) ao esquema do empresário Carlos Cachoeira, acusado de exploração do jogo ilegal.

“A organização criminosa comandada pelo contraventor Carlos Cachoeira atuava dentro das estruturas do Estado de Goiás, governado por Marconi Perillo, espalhando seus tentáculos nas instituições dos poderes constituídos de outros estados do Brasil”.

Alvo de discussão do diretório nacional do partido, o texto reflete o desejo de que Perillo seja convocado pela CPI de Cachoeira. Durante a reunião, petistas insistiram na convocação de Perillo.

“Não existe blindagem porque não há elementos contra qualquer outro governador. Só contra Marconi Perillo”, afirmou o secretário de Comunicação do PT, André Vargas, segundo quem a CPI está indo bem por ser cautelosa.

Um dia depois de a comissão dar sinais de que será esvaziada, o ex-ministro José Dirceu defendeu que o teor das escutas telefônicas da Polícia Federal venha à tona, com a convocação dos investigados.

“A CPMI poderá elucidar a infiltração do crime organizado e da corrupção na alta política nacional, como foi a tentativa denunciada em escutas oficiais de que o meliante Carlos Cachoeira pretendia fazer nomear o senador Demóstenes Torres (ex-DEM) para o Supremo Tribunal Federal. Tal fato não encontra paralelo na história do Brasil: um assecla da organização criminosa ser guindado à mais alta corte de justiça do País”, diz a resolução divulgada pelo partido.

Apesar da defesa da continuidade da CPI, houve diferenças de opinião sobre a condução. O senador Humberto Costa (PE) sugeriu que houvesse uma articulação comum dos partidos da base aliada. Outros parlamentares duvidavam da disposição do PMDB de levar as investigações a fundo.

“É fundamental mobilizarmos a sociedade em defesa de uma ampla apuração de todas as denúncias relatadas nas operações da PF, bem como de todas as ramificações da organização criminosa, doa a quem doer, pois ninguém, seja na área pública ou privada, pode situar-se acima da lei”, afirma o documento.

Folha

Depois de ameaçar fundir-se ao PSB, o PSD agora aposta em vitória no TSE

19 maio, 2012 às 9:24 por Fernando LOBO

Secretário-geral do PSD, o ex-deputado Saulo Queiroz diz ter “absoluta certeza” da vitoriosa, na semana que vem, quando o Tribunal Superior Eleitoral decide a ação em que a legenda cobra uma participação no Fundo Partidário proporcional à sua bancada na Câmara.
Se perder a ação, o PSD perde também a possibilidade de obter um tempo na propaganda eleitoral do rádio e da TV equivalente ao tamanho de sua bancada.
Antes, Saulo não estava tão otimista. Mas depois que  ameaçou com a fusão do partido ao PSB do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, seu humor mudou completamente.
Poder Online

Secretário-geral do PSD, o ex-deputado Saulo Queiroz diz ter “absoluta certeza” da vitoriosa, na semana que vem, quando o Tribunal Superior Eleitoral decide a ação em que a legenda cobra uma participação no Fundo Partidário proporcional à sua bancada na Câmara.

Se perder a ação, o PSD perde também a possibilidade de obter um tempo na propaganda eleitoral do rádio e da TV equivalente ao tamanho de sua bancada.

Antes, Saulo não estava tão otimista. Mas depois que  ameaçou com a fusão do partido ao PSB do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, seu humor mudou completamente.

Poder Online

CUT discute com a militância a participação na Rio+20

19 maio, 2012 às 8:37 por Fernando LOBO

Sindicalistas e ativistas sociais lotaram o auditório do Sindicato dos Bancários do Rio na tarde desta segunda (14/5), para discutir as possibilidades de participação do movimento sindical cutista na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que acontece em junho no Rio. Na ocasião, o presidente nacional da central, Artur Henrique, e o secretário de Relações Internacionais, João Felício, avaliaram a conjuntura nacional e internacional da luta pela preservação do meio ambiente, deram informes sobre as atividades da CUT durante a Rio+20 e debateram a plataforma ambiental cutista. Também participaram da mesa da assembleia o presidente da CUT-RJ, Darby Igayara, o presidente do Sindicato dos Bancários do Rio, Almir Aguiar, e a dirigente nacional da CUT, Lúcia Reis.
A convergência de ideias e a defesa de um outro modelo de crescimento econômico, com trabalho decente e preservação ambiental, marcaram o evento. Artur criticou igualmente a plataforma capitalista da economia verde e a defesa, por alguns movimentos sociais, de paralisação do crescimento econômico.  “Não podemos continuar nesta situação. É preciso alterar o modelo de desenvolvimento, produção e consumo. Mas como não dá para dividir toda a riqueza produzida no mundo até hoje igualmente entre todos os seres humanos, não podemos simplesmente parar o crescimento”.
João Felício foi pelo mesmo caminho. Segundo ele, “a CUT quer preservar a Amazônia e todo o meio ambiente, mas também quer, por exemplo, um trem de alta velocidade ligando as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro para desafogar o trânsito de toda esta região”. Felício também criticou a postura de alguns governos neoliberais que não aceitam incluir na plataforma das Nações Unidas nenhum item que caracterize algum avanço para os trabalhadores. A convergência permaneceu entre os sindicalistas e ativistas que participaram do debate e também apresentaram suas ideias e propostas. Críticas ao novo Código Florestal, com os devidos pedidos de veto à presidenta Dilma, ao caos no trânsito do Rio e demais capitais do país, à privatização do petróleo e à política de biocombustíveis do governo, entre outras, foram recorrentes entre os diversos oradores da assembleia.
O próximo desafio é mobilizar os trabalhadores para participar das atividades da Rio+20, sobretudo da Cúpula dos Povos, evento paralelo organizado pela sociedade civil como uma alternativa crítica à conferência da ONU. Todos serão comunicados pelo site da CUT-RJ e pelos e-mails informados na lista de presença sobre as próximas reuniões e plenárias.
Fotos: Nando Neves
Imprensa CUT-RJ

Sindicalistas e ativistas sociais lotaram o auditório do Sindicato dos Bancários do Rio na tarde de segunda (14), para discutir as possibilidades de participação do movimento sindical cutista na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que acontece em junho no Rio. Na ocasião, o presidente nacional da central, Artur Henrique, e o secretário de Relações Internacionais, João Felício, avaliaram a conjuntura nacional e internacional da luta pela preservação do meio ambiente, deram informes sobre as atividades da CUT durante a Rio+20 e debateram a plataforma ambiental cutista. Também participaram da mesa da assembleia o presidente da CUT-RJ, Darby Igayara, o presidente do Sindicato dos Bancários do Rio, Almir Aguiar, e a dirigente nacional da CUT, Lúcia Reis.

CUT-RJ - image001

A convergência de ideias e a defesa de um outro modelo de crescimento econômico, com trabalho decente e preservação ambiental, marcaram o evento. Artur criticou igualmente a plataforma capitalista da economia verde e a defesa, por alguns movimentos sociais, de paralisação do crescimento econômico.  “Não podemos continuar nesta situação. É preciso alterar o modelo de desenvolvimento, produção e consumo. Mas como não dá para dividir toda a riqueza produzida no mundo até hoje igualmente entre todos os seres humanos, não podemos simplesmente parar o crescimento”.

CUT RJ - Artur Henrique

Artur Henrique: “Queremos metas claras de desenvolvimento sustentável, com planejamento de curto, médio e longo prazo”

João Felício foi pelo mesmo caminho. Segundo ele, “a CUT quer preservar a Amazônia e todo o meio ambiente, mas também quer, por exemplo, um trem de alta velocidade ligando as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro para desafogar o trânsito de toda esta região”. Felício também criticou a postura de alguns governos neoliberais que não aceitam incluir na plataforma das Nações Unidas nenhum item que caracterize algum avanço para os trabalhadores. A convergência permaneceu entre os sindicalistas e ativistas que participaram do debate e também apresentaram suas ideias e propostas. Críticas ao novo Código Florestal, com os devidos pedidos de veto à presidenta Dilma, ao caos no trânsito do Rio e demais capitais do país, à privatização do petróleo e à política de biocombustíveis do governo, entre outras, foram recorrentes entre os diversos oradores da assembleia.

CUT RJ - João Felício

João Felício: “Estamos lutando pela inclusão de um sistema de proteção social e trabalho decente na plataforma do desenvolvimento sustentável”

O próximo desafio é mobilizar os trabalhadores para participar das atividades da Rio+20, sobretudo da Cúpula dos Povos, evento paralelo organizado pela sociedade civil como uma alternativa crítica à conferência da ONU. Todos serão comunicados pelo site da CUT-RJ e pelos e-mails informados na lista de presença sobre as próximas reuniões e plenárias.

Fotos: Nando Neves

Imprensa CUT-RJ

Professores de 33 universidades federais entrem em greve

18 maio, 2012 às 8:17 por Fernando LOBO

Professores de 33 universidades federais aderiram à greve da categoria deflagrada hoje (17), de acordo com balanço do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes). Os profissionais pedem a reestruturação do plano de carreira e melhoria das condições de trabalhos nos novos campi que foram criados nos últimos anos por meio do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni).
De acordo com Aloisio Porto, do Comando de Greve da Andes, o atual plano de carreiras não permite um crescimento satisfatório do professor ao longo da carreira. “Hoje para chegar no teto da carreira ele levaria quase 30 anos”. De acordo com o dirigente sindical, foram feitas mais de dez reuniões com o Ministério do Planejamento para revisão dos planos, mas não houve avanço na negociação. Assembleias marcadas para amanhã e para o início da próxima semana devem confirmar a adesão de professores de outras instituições à paralisação, segundo Porto.
O Ministério da Educação (MEC) informou, por meio de nota, que “reafirma sua confiança no diálogo e no zelo pelo regime de normalidade das atividades dos campus universitários federais”. O governo ressalta que o aumento de 4% negociado no ano passado com os sindicatos já está garantido por medida provisória assinada no dia 11 de maio. O aumento será retroativo a março, conforme previsto no acordo firmado com as entidades.
“Com relação ao plano de carreira, a negociação prevê sua aplicação em 2013. Os recursos devem ser definidos na LDO [Lei de Diretrizes Orçamentárias] até agosto deste ano, o que significa que temos tempo. As negociações entre o Ministério do Planejamento e as representações sindicais seguem abertas”, explicou o MEC.
Agência Brasil

Professores de 33 universidades federais aderiram à greve da categoria deflagrada hoje (17), de acordo com balanço do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes). Os profissionais pedem a reestruturação do plano de carreira e melhoria das condições de trabalhos nos novos campi que foram criados nos últimos anos por meio do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni).

De acordo com Aloisio Porto, do Comando de Greve da Andes, o atual plano de carreiras não permite um crescimento satisfatório do professor ao longo da carreira. “Hoje para chegar no teto da carreira ele levaria quase 30 anos”. De acordo com o dirigente sindical, foram feitas mais de dez reuniões com o Ministério do Planejamento para revisão dos planos, mas não houve avanço na negociação. Assembleias marcadas para amanhã e para o início da próxima semana devem confirmar a adesão de professores de outras instituições à paralisação, segundo Porto.

O Ministério da Educação (MEC) informou, por meio de nota, que “reafirma sua confiança no diálogo e no zelo pelo regime de normalidade das atividades dos campus universitários federais”. O governo ressalta que o aumento de 4% negociado no ano passado com os sindicatos já está garantido por medida provisória assinada no dia 11 de maio. O aumento será retroativo a março, conforme previsto no acordo firmado com as entidades.

“Com relação ao plano de carreira, a negociação prevê sua aplicação em 2013. Os recursos devem ser definidos na LDO [Lei de Diretrizes Orçamentárias] até agosto deste ano, o que significa que temos tempo. As negociações entre o Ministério do Planejamento e as representações sindicais seguem abertas”, explicou o MEC.

Agência Brasil

Presidente do Irã confirma presença na Rio+20

17 maio, 2012 às 19:06 por Fernando LOBO

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, confirmou presença na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). O evento, que será realizado no Rio de Janeiro em junho, vai reunir chefes de Estado e de Governo durante três dias (20 a 22 de junho) com o objetivo de contribuir para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas. A informação da vinda de Ahmadinejad foi confirmada hoje (17), em Brasília, pelo Itamaraty.
Com presidente do Irã, 117 chefes de Estado e de Governo informaram que vão participar dos debates. De acordo com a ONU, dos seus 193 países-membros, 183 já confirmaram presença, mas alguns países vão enviar ministros e assessores como representantes para o evento, como é o caso dos Estados Unidos. O presidente americano, Barack Obama, está em campanha pela reeleição e não vai participar da Conferência.
O comitê organizador da Rio+20 contabiliza que mais de 50 mil pessoas vão participar das discussões da conferência, entre políticos, membros de organizações não governamentais (ONGs), representantes da sociedade civil e empresários.
Além dos debates no Rio de Janeiro, a sociedade civil, em todo o mundo já pode participar das discussões sobre desenvolvimento sustentável apresentando recomendações sobre dez diferentes temas em um site criado pelo governo brasileiro. De acordo com o embaixador André Corrêa do Lago, negociador-chefe da Delegação Brasileira para a Rio +20, a plataforma digital foi construída para que 400 mil pessoas interagissem ao mesmo tempo.
Depois desse processo de contribuições, as sugestões serão organizadas e escolhidas por voto também na internet a partir do dia 5 de junho. Os pontos selecionados serão debatidos, no Rio de Janeiro, durante os Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável, por representantes da sociedade civil de diversos países, entre os dias 16 a 19 de junho. Estes grupos vão definir três recomendações para cada tema, como água, oceanos, florestas e desenvolvimento sustentável para o combate à pobreza e como resposta às crises econômicas e financeiras.
“A discussão não é sobre o texto final da Rio+20, mas sobre os grandes temas do futuro que as decisões da conferência vão influenciar, e serão levadas como recomendações para os chefes de Estado. Diferente da Rio92, a Rio+20 não será uma conferência de conclusão de grandes documentos, mas de abertura de processos. E essas discussões da sociedade vão alimentar essa abertura de processos”, disse o embaixador.
Agência Brasil

Ahmadinejad-ira2

Foto: Atta Kenare/AFP

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, confirmou presença na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). O evento, que será realizado no Rio de Janeiro em junho, vai reunir chefes de Estado e de Governo durante três dias (20 a 22 de junho) com o objetivo de contribuir para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas. A informação da vinda de Ahmadinejad foi confirmada hoje (17), em Brasília, pelo Itamaraty.

Com presidente do Irã, 117 chefes de Estado e de Governo informaram que vão participar dos debates. De acordo com a ONU, dos seus 193 países-membros, 183 já confirmaram presença, mas alguns países vão enviar ministros e assessores como representantes para o evento, como é o caso dos Estados Unidos. O presidente americano, Barack Obama, está em campanha pela reeleição e não vai participar da Conferência.

O comitê organizador da Rio+20 contabiliza que mais de 50 mil pessoas vão participar das discussões da conferência, entre políticos, membros de organizações não governamentais (ONGs), representantes da sociedade civil e empresários.

Além dos debates no Rio de Janeiro, a sociedade civil, em todo o mundo já pode participar das discussões sobre desenvolvimento sustentável apresentando recomendações sobre dez diferentes temas em um site criado pelo governo brasileiro. De acordo com o embaixador André Corrêa do Lago, negociador-chefe da Delegação Brasileira para a Rio +20, a plataforma digital foi construída para que 400 mil pessoas interagissem ao mesmo tempo.

Depois desse processo de contribuições, as sugestões serão organizadas e escolhidas por voto também na internet a partir do dia 5 de junho. Os pontos selecionados serão debatidos, no Rio de Janeiro, durante os Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável, por representantes da sociedade civil de diversos países, entre os dias 16 a 19 de junho. Estes grupos vão definir três recomendações para cada tema, como água, oceanos, florestas e desenvolvimento sustentável para o combate à pobreza e como resposta às crises econômicas e financeiras.

“A discussão não é sobre o texto final da Rio+20, mas sobre os grandes temas do futuro que as decisões da conferência vão influenciar, e serão levadas como recomendações para os chefes de Estado. Diferente da Rio92, a Rio+20 não será uma conferência de conclusão de grandes documentos, mas de abertura de processos. E essas discussões da sociedade vão alimentar essa abertura de processos”, disse o embaixador.

Agência Brasil

CPMI adia decisão sobre convocação de Cavendish e quebra de sigilo da Delta

17 maio, 2012 às 16:19 por Fernando LOBO

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira deixou de votar hoje (17) os requerimentos que pediam a quebra de sigilo da matriz da empresa Delta Construções e a convocação de seu ex-diretor, Fernando Cavendish. Os requerimentos, por decisão do relator, Odair Cunha (PT-MG), foram retirados de pauta para votação posterior.
Durante a reunião, o relator alegou que ainda não havia identificado indícios de comprometimento da empresa Delta com a suposta organização criminosa comandada pelo empresário goiano Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. O relator disse ainda que esses requerimentos poderão ser apreciados no futuro.
“Há indícios evidentes de que essa empresa, a Delta, sob o comando do senhor Cláudio Abreu, serviu à organização criminosa. Na minha opinião, não há ainda indícios suficientes para quebra de sigilos, além das suas filiais no Centro-Oeste”, disse o relator ao justificar sua decisão de não colocar os requerimentos em votação.
O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) tentou derrubar a retirada dos requerimentos da pauta, mas foi vencido pelo plenário da CPMI, que aprovou a decisão do relator. “É um mal começo se nós aprovarmos esse sobrestamento”, avaliou.
Além da decisão de ainda não investigar a Delta nacional, o relator também optou por não colocar em votação as convocações de três governadores: o de Goiás, Marconi Perrilo (PSDB), do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT). De acordo com o presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), esses requerimentos poderão retornar à pauta da comissão no dia 5 de junho, data marcada para a próxima reunião administrativa.
Na reunião de hoje, a CPMI aprovou a convocação de 51 pessoas para prestar depoimento e quebrou mais de 40 sigilos bancários de pessoas e empresas suspeitas de servirem de laranja na suposta organização comandada por Carlinhos Cachoeira. Entre as quebras de sigilo, estão as das filiais da empresa Delta nos estados da Região Centro-Oeste.
A decisão do relator, que recebeu o apoio dos deputados do PT, provocou muita discussão. O deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) chamou de “devassa” o movimento para quebrar o sigilo da empresa. “Isso está sendo feito pelas pessoas que querem politizar a nossa investigação”, disse.
O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Teixeira (SP), também defendeu a restrição da investigação das atividades da Delta na Região Centro-Oeste. “Quem muito abraça, pouco aperta”, disse o deputado defendendo que a comissão deve buscar um foco.
Já o senador Pedro Taques (PDT-MT) contestou o entendimento do relator de que não há indícios do envolvimento da empresa Delta Construções no esquema investigado pela Polícia Federal (PF). Ele citou um diálogo interceptado pela PF no qual Cachoeira conversa com o ex-diretor da Delta no Centro-Oeste Cláudio Abreu.
Na conversa, Abreu e Cachoeira combinavam um encontro do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) com o diretor executivo licenciado da Delta nacional, Carlos Pacheco. “Ele dizia que Pacheco precisava participar de uma conversa com Demóstenes. Ele disse que um avião viria pegar Demóstenes para um encontro com o Pacheco, que é diretor executivo nacional da Delta, que tem sede na Região Sudeste”, informou Taques.
O senador insistiu com o relator para que o requerimento fosse colocado em votação. “A ética e o crime não respeitam geografia. O crime não ocorre só em uma região. Não há cabimento afastarmos o sigilo da Delta só no Centro-Oeste. Não há que se falar em redução da investigação e, sim, universalização. Não se trata de devassa”, defendeu o senador.
O líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), disse que, ao não colocar em votação o requerimento para quebra de sigilo da matriz da Delta, o relator estaria “selecionando alvos”. “Há, no inquérito, o repasse de R$ 39 milhões para empresas laranja do senhor Cachoeira. Há gravação com o senhor Cachoeira dizendo ‘eu sou a Delta’. Há, no inquérito, a informação de que Cachoeira tinha uma sala na empresa Delta. Há a suposição, inclusive no Ministério Público, de que Cachoeira é um sócio oculto da empresa Delta ou o grande lobista que atuava para marcar os interesses nas esferas municipal, estadual e federal”, considerou o senador.
Agência Brasil

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira deixou de votar hoje (17) os requerimentos que pediam a quebra de sigilo da matriz da empresa Delta Construções e a convocação de seu ex-diretor, Fernando Cavendish. Os requerimentos, por decisão do relator, Odair Cunha (PT-MG), foram retirados de pauta para votação posterior.

Durante a reunião, o relator alegou que ainda não havia identificado indícios de comprometimento da empresa Delta com a suposta organização criminosa comandada pelo empresário goiano Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. O relator disse ainda que esses requerimentos poderão ser apreciados no futuro.

“Há indícios evidentes de que essa empresa, a Delta, sob o comando do senhor Cláudio Abreu, serviu à organização criminosa. Na minha opinião, não há ainda indícios suficientes para quebra de sigilos, além das suas filiais no Centro-Oeste”, disse o relator ao justificar sua decisão de não colocar os requerimentos em votação.

O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) tentou derrubar a retirada dos requerimentos da pauta, mas foi vencido pelo plenário da CPMI, que aprovou a decisão do relator. “É um mal começo se nós aprovarmos esse sobrestamento”, avaliou.

Além da decisão de ainda não investigar a Delta nacional, o relator também optou por não colocar em votação as convocações de três governadores: o de Goiás, Marconi Perrilo (PSDB), do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT). De acordo com o presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), esses requerimentos poderão retornar à pauta da comissão no dia 5 de junho, data marcada para a próxima reunião administrativa.

Na reunião de hoje, a CPMI aprovou a convocação de 51 pessoas para prestar depoimento e quebrou mais de 40 sigilos bancários de pessoas e empresas suspeitas de servirem de laranja na suposta organização comandada por Carlinhos Cachoeira. Entre as quebras de sigilo, estão as das filiais da empresa Delta nos estados da Região Centro-Oeste.

A decisão do relator, que recebeu o apoio dos deputados do PT, provocou muita discussão. O deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) chamou de “devassa” o movimento para quebrar o sigilo da empresa. “Isso está sendo feito pelas pessoas que querem politizar a nossa investigação”, disse.

O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Teixeira (SP), também defendeu a restrição da investigação das atividades da Delta na Região Centro-Oeste. “Quem muito abraça, pouco aperta”, disse o deputado defendendo que a comissão deve buscar um foco.

Já o senador Pedro Taques (PDT-MT) contestou o entendimento do relator de que não há indícios do envolvimento da empresa Delta Construções no esquema investigado pela Polícia Federal (PF). Ele citou um diálogo interceptado pela PF no qual Cachoeira conversa com o ex-diretor da Delta no Centro-Oeste Cláudio Abreu.

Na conversa, Abreu e Cachoeira combinavam um encontro do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) com o diretor executivo licenciado da Delta nacional, Carlos Pacheco. “Ele dizia que Pacheco precisava participar de uma conversa com Demóstenes. Ele disse que um avião viria pegar Demóstenes para um encontro com o Pacheco, que é diretor executivo nacional da Delta, que tem sede na Região Sudeste”, informou Taques.

O senador insistiu com o relator para que o requerimento fosse colocado em votação. “A ética e o crime não respeitam geografia. O crime não ocorre só em uma região. Não há cabimento afastarmos o sigilo da Delta só no Centro-Oeste. Não há que se falar em redução da investigação e, sim, universalização. Não se trata de devassa”, defendeu o senador.

O líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), disse que, ao não colocar em votação o requerimento para quebra de sigilo da matriz da Delta, o relator estaria “selecionando alvos”. “Há, no inquérito, o repasse de R$ 39 milhões para empresas laranja do senhor Cachoeira. Há gravação com o senhor Cachoeira dizendo ‘eu sou a Delta’. Há, no inquérito, a informação de que Cachoeira tinha uma sala na empresa Delta. Há a suposição, inclusive no Ministério Público, de que Cachoeira é um sócio oculto da empresa Delta ou o grande lobista que atuava para marcar os interesses nas esferas municipal, estadual e federal”, considerou o senador.

Agência Brasil

Mercado de trabalho se recupera em abril com 217 mil novas vagas

17 maio, 2012 às 16:10 por Fernando LOBO

Crescimento do emprego foi verificado em todos os setores da economia e saldo é o maior de 2012
O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) registrou em abril a criação de 216.974 empregos formais, o que corresponde ao crescimento de 0,57% em relação ao estoque do mês anterior. O saldo é o maior de 2012 e demonstra a manutenção da trajetória de expansão dos postos de trabalho formais. Pela primeira vez no ano foi verificado crescimento em todos os oito setores da economia.
No acumulado do ano, há um acréscimo de 702.059 postos de trabalho, ou a expansão de 1,85% no estoque de empregos. Nos últimos doze meses, o crescimento foi de 4,64%, equivalente à criação de 1.713.410 postos de trabalho. No período de janeiro de 2011 a abril de 2012, foi registrado um saldo de 2.706.201 novos postos de trabalho, o que significa um aumento de 7,54%.
Em números absolutos, o setor de Serviços, com 82.875 postos (+0,53%) liderou a geração de empregos no mês. Na Construção Civil foi registrado saldo recorde, com a criação de 40.606 novos postos (+1,36%). O Comércio, com 33.704 postos (+0,40%) e a Indústria de Transformação, com 30.318 novos empregos (+0,37%) também foram destaques positivos.
Os dados do CAGED também mostram uma elevação no nível do emprego em quatro das cinco regiões geográficas, com destaque para o Sudeste, onde foram gerados 142.612 novos postos (+0,69). A única região com saldo negativo foi a Nordeste que, influenciada pela presença de fatores sazonais relacionados às Atividades Sucroalcooleiras, registrou redução de 4.924 postos de trabalho, um declínio de 0,08% no estoque de assalariados celetistas. A redução de postos ocorreu, principalmente, em Alagoas (-13.274), Sergipe (-2.188 postos) e Pernambuco (-2.127 postos).
Entre as Unidades da Federação, 21 registraram elevação no nível de emprego. Os maiores saldos positivos ocorreram em São Paulo, com 85.346 postos gerados (+0,70%), Minas Gerais, com mais 28.886 empregos (+0,71%) e no Paraná, que registrou 20.923 novos postos (+0,82%). Dos seis estados que reduziram o emprego, quatro são do Nordeste (AL, SE, PE e RN), influenciados por fatores sazonais negativos, e dois do Norte (RO e RR).
Também houve expansão do emprego nas nove Áreas Metropolitanas, com a criação de 72.604 postos de trabalho em abril, um aumento de 0,46%. As áreas que mais se destacaram, em termos absolutos foram: São Paulo, com 28.010 postos ( +0,43%), Rio de Janeiro, com 14.235 (+0,52%) e Belo Horizonte, com mais 9.008 (+0,56%) empregos celetistas. No Interior dos estados destes aglomerados urbanos, o crescimento no emprego foi de 0,78% (+107.835 postos de trabalho), superior ao verificado no conjunto das Áreas Metropolitanas. Os Interiores dos estados que mais se sobressaíram foram: São Paulo, (57.336 postos ou +1,00%), Minas Gerais (19.878 postos ou  + 0,80%) e Paraná (14.823 postos ou +0,98%).
O desempenho positivo também foi verificado a partir das declarações de 813.579 estabelecimentos, que informaram 1.798.101 admissões e 1.581.127 desligamentos, ambos os maiores para o período.
Ascom MTE

Crescimento do emprego foi verificado em todos os setores da economia e saldo é o maior de 2012

Caged Abril 2012

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) registrou em abril a criação de 216.974 empregos formais, o que corresponde ao crescimento de 0,57% em relação ao estoque do mês anterior. O saldo é o maior de 2012 e demonstra a manutenção da trajetória de expansão dos postos de trabalho formais. Pela primeira vez no ano foi verificado crescimento em todos os oito setores da economia.

No acumulado do ano, há um acréscimo de 702.059 postos de trabalho, ou a expansão de 1,85% no estoque de empregos. Nos últimos doze meses, o crescimento foi de 4,64%, equivalente à criação de 1.713.410 postos de trabalho. No período de janeiro de 2011 a abril de 2012, foi registrado um saldo de 2.706.201 novos postos de trabalho, o que significa um aumento de 7,54%.

Em números absolutos, o setor de Serviços, com 82.875 postos (+0,53%) liderou a geração de empregos no mês. Na Construção Civil foi registrado saldo recorde, com a criação de 40.606 novos postos (+1,36%). O Comércio, com 33.704 postos (+0,40%) e a Indústria de Transformação, com 30.318 novos empregos (+0,37%) também foram destaques positivos.

Os dados do CAGED também mostram uma elevação no nível do emprego em quatro das cinco regiões geográficas, com destaque para o Sudeste, onde foram gerados 142.612 novos postos (+0,69). A única região com saldo negativo foi a Nordeste que, influenciada pela presença de fatores sazonais relacionados às Atividades Sucroalcooleiras, registrou redução de 4.924 postos de trabalho, um declínio de 0,08% no estoque de assalariados celetistas. A redução de postos ocorreu, principalmente, em Alagoas (-13.274), Sergipe (-2.188 postos) e Pernambuco (-2.127 postos).

Caged abril sem ajustes 2012

Entre as Unidades da Federação, 21 registraram elevação no nível de emprego. Os maiores saldos positivos ocorreram em São Paulo, com 85.346 postos gerados (+0,70%), Minas Gerais, com mais 28.886 empregos (+0,71%) e no Paraná, que registrou 20.923 novos postos (+0,82%). Dos seis estados que reduziram o emprego, quatro são do Nordeste (AL, SE, PE e RN), influenciados por fatores sazonais negativos, e dois do Norte (RO e RR).

Também houve expansão do emprego nas nove Áreas Metropolitanas, com a criação de 72.604 postos de trabalho em abril, um aumento de 0,46%. As áreas que mais se destacaram, em termos absolutos foram: São Paulo, com 28.010 postos ( +0,43%), Rio de Janeiro, com 14.235 (+0,52%) e Belo Horizonte, com mais 9.008 (+0,56%) empregos celetistas. No Interior dos estados destes aglomerados urbanos, o crescimento no emprego foi de 0,78% (+107.835 postos de trabalho), superior ao verificado no conjunto das Áreas Metropolitanas. Os Interiores dos estados que mais se sobressaíram foram: São Paulo, (57.336 postos ou +1,00%), Minas Gerais (19.878 postos ou  + 0,80%) e Paraná (14.823 postos ou +0,98%).

O desempenho positivo também foi verificado a partir das declarações de 813.579 estabelecimentos, que informaram 1.798.101 admissões e 1.581.127 desligamentos, ambos os maiores para o período.

Ascom MTE

CPMI aprova quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico de ex-diretor da Delta

17 maio, 2012 às 14:50 por Fernando LOBO

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira aprovou hoje (17) a quebra do sigilo bancário, fiscal e telefônico do ex-diretor da empresa Delta Construções na Região Centro-Oeste Cláudio Abreu. Os parlamentares investigam as relações do empresário goiano Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlos Cachoeira, com agentes públicos e privados. Cachoeira está preso, Brasília, sob suspeita de envolvimento com jogos ilícitos.
Investigado pela Operação Saint-Michel, da Polícia Civil do Distrito Federal, Cláudio Abreu também está preso, desde o final de abril. A ação é um desdobramento da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que, junto com a Operação Vegas, investigou o suposto esquema criminoso comandado por Cachoeira.
Também foi aprovada hoje a convocação do sobrinho de Cachoeira Leonardo de Almeida Ramos, apontado no inquérito como comprador da casa do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).
O plenário da CPMI também aprovou mais 77 requerimentos de convocação de pessoas suspeitas de envolvimento com os negócios ilegais de Cachoeira.
A CPMI também aprovou a quebra de sigilo de Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, um dos principais auxiliares de Cachoeira. Dadá foi preso durante as investigações da Operação Monte Carlo, que também resultou na prisão de Carlinhos Cachoeira.
Os membros da comissão também aprovaram hoje um pedido à Polícia Civil do Distrito Federal de cópia do teor completo dos autos do inquérito da Operação Saint-Michel.
Agência Brasil

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira aprovou hoje (17) a quebra do sigilo bancário, fiscal e telefônico do ex-diretor da empresa Delta Construções na Região Centro-Oeste Cláudio Abreu. Os parlamentares investigam as relações do empresário goiano Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlos Cachoeira, com agentes públicos e privados. Cachoeira está preso, Brasília, sob suspeita de envolvimento com jogos ilícitos.

Investigado pela Operação Saint-Michel, da Polícia Civil do Distrito Federal, Cláudio Abreu também está preso, desde o final de abril. A ação é um desdobramento da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que, junto com a Operação Vegas, investigou o suposto esquema criminoso comandado por Cachoeira.

Também foi aprovada hoje a convocação do sobrinho de Cachoeira Leonardo de Almeida Ramos, apontado no inquérito como comprador da casa do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).

O plenário da CPMI também aprovou mais 77 requerimentos de convocação de pessoas suspeitas de envolvimento com os negócios ilegais de Cachoeira.

A CPMI também aprovou a quebra de sigilo de Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, um dos principais auxiliares de Cachoeira. Dadá foi preso durante as investigações da Operação Monte Carlo, que também resultou na prisão de Carlinhos Cachoeira.

Os membros da comissão também aprovaram hoje um pedido à Polícia Civil do Distrito Federal de cópia do teor completo dos autos do inquérito da Operação Saint-Michel.

Agência Brasil

MTE inaugura Serviço de Informações ao Cidadão

17 maio, 2012 às 11:07 por Fernando LOBO

Marcando a entrada em vigor da lei 12.527/11, conhecida como Lei de Acesso à Informação, os ministérios do Trabalho e Emprego e da Previdência Social, que ocupam o mesmo prédio na Esplanada dos Ministérios, abriram ao público os Serviços de Informações ao Cidadão (SIC). O chefe de Gabinete do MTE, Fernando Brito, representando o ministro Brizola Neto, enfatizou o dever dos servidores em prestar serviço de qualidade aos cidadãos, baseado sempre na verdade.
“Nós temos o dever de garantir com nossas atitudes, nossos atos administrativos, nossos comportamentos como servidores da população, as informações que amanhã estarão registradas nesse sistema. E elas deverão estar recobertas da mais pura dignidade e espírito público de quem se considera um servo da população”, afirmou Brito.
Segundo o chefe de Gabinete, ainda que o processo de implantação da lei possa parecer inicialmente complexo, logo será visto como um desafio realizado. “Parece um pouco complexo, burocrático ou difícil abranger esses controles da administração pública, mas amanhã vai parecer simples, como  outros processos desafiadores”, analisou.
Para o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, a Lei de Acesso à Informação é uma oportunidade de o cidadão participar do governo e só vai funcionar se todos os envolvidos estiverem atentos e dispostos à execução. “O nosso País está dando passos largos no sentido de oferecer ao cidadão a verdade, a transparência sobre o que está se passando no cotidiano da administração pública”, afirmou o ministro.
Para a diretora de Prevenção da Corrupção da Controladoria Geral da União (CGU), Vânia Lúcia Ribeiro Vieira, a lei muda a lógica de relacionamento entre o Estado e o cidadão. “O acesso passará a ser regra e o sigilo a exceção e é no cotidiano que veremos o impacto e o significado disso. É o Estado deixando de ser o dono da informação para ser apenas guardião”, disse.
O Ouvidor Geral do MTE e coordenador do SIC, Leoclides Arruda, considera não haver justificativa para se negar ao cidadão as informações que lhe são de direito, por isso, o MTE se esforçou para implantar o SIC no período determinado pela Lei. “O trabalho apenas começou. O caminho é novo, muitos ajustes serão feitos, mas com o esforço e dedicação dos servidores nós vamos consolidar a mais fantástica conquista do povo brasileiro”, explicou Arruda.
Sobre a Lei – Com a entrada em vigor da lei, todos os órgãos públicos deverão fornecer os dados solicitados no prazo de 20 dias, prorrogáveis por mais 10, sem que haja necessidade de o requerente justificar o pedido. Ou seja, todas as informações produzidas ou custodiadas pelo poder público e não classificadas como sigilosas são consideradas públicas e, portanto, acessíveis a qualquer cidadão.
Para exercer o direito regulamentado pela Lei, além de dirigir-se ao SIC, o cidadão poderá fazer pedidos por meio da internet (www.acessoainformacao.gov.br). O sistema é disponibilizado pela Controladoria-Geral da União (CGU), órgão encarregado de monitorar a implementação da lei no âmbito do Poder Executivo Federal, e controlará registros de entradas e saídas de pedidos de acesso à informação, além de formulário padrão para a requisição.
Além de informações que lhe dizem respeito pessoalmente, o cidadão poderá ter acesso a documentos sobre gastos financeiros, contratos, programas, ações, projetos e obras do Estado. A partir de agora o cidadão poderá também o horário de trabalho dos médicos de um posto de saúde, aos salários dos servidores e até todo processo de escolha de uma empresa contratada por um governo de estado ou por uma prefeitura.
O servidor público que se recusar a fornecer a informação ou fornecê-la intencionalmente de forma incorreta, incompleta ou imprecisa ou ainda impor sigilo à informação para obter algum proveito, poderá ser responsabilizado civil, penal ou administrativamente.
Assessoria de Comunicação MTEServiço já está disponível e reforça o compromisso do MTE com o cidadão

Serviço já está disponível e reforça o compromisso do MTE com o cidadão

Fernando Brito - lei-acsso-info-07

Marcando a entrada em vigor da lei 12.527/11, conhecida como Lei de Acesso à Informação, os ministérios do Trabalho e Emprego e da Previdência Social, que ocupam o mesmo prédio na Esplanada dos Ministérios, abriram ao público os Serviços de Informações ao Cidadão (SIC). O chefe de Gabinete do MTE, Fernando Brito, representando o ministro Brizola Neto, enfatizou o dever dos servidores em prestar serviço de qualidade aos cidadãos, baseado sempre na verdade.

“Nós temos o dever de garantir com nossas atitudes, nossos atos administrativos, nossos comportamentos como servidores da população, as informações que amanhã estarão registradas nesse sistema. E elas deverão estar recobertas da mais pura dignidade e espírito público de quem se considera um servo da população”, afirmou Brito.

Segundo o chefe de Gabinete, ainda que o processo de implantação da lei possa parecer inicialmente complexo, logo será visto como um desafio realizado. “Parece um pouco complexo, burocrático ou difícil abranger esses controles da administração pública, mas amanhã vai parecer simples, como  outros processos desafiadores”, analisou.

Para o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, a Lei de Acesso à Informação é uma oportunidade de o cidadão participar do governo e só vai funcionar se todos os envolvidos estiverem atentos e dispostos à execução. “O nosso País está dando passos largos no sentido de oferecer ao cidadão a verdade, a transparência sobre o que está se passando no cotidiano da administração pública”, afirmou o ministro.

Fernando Brito - lei acsso info 03_menor_30

Para a diretora de Prevenção da Corrupção da Controladoria Geral da União (CGU), Vânia Lúcia Ribeiro Vieira, a lei muda a lógica de relacionamento entre o Estado e o cidadão. “O acesso passará a ser regra e o sigilo a exceção e é no cotidiano que veremos o impacto e o significado disso. É o Estado deixando de ser o dono da informação para ser apenas guardião”, disse.

O Ouvidor Geral do MTE e coordenador do SIC, Leoclides Arruda, considera não haver justificativa para se negar ao cidadão as informações que lhe são de direito, por isso, o MTE se esforçou para implantar o SIC no período determinado pela Lei. “O trabalho apenas começou. O caminho é novo, muitos ajustes serão feitos, mas com o esforço e dedicação dos servidores nós vamos consolidar a mais fantástica conquista do povo brasileiro”, explicou Arruda.

Sobre a Lei – Com a entrada em vigor da lei, todos os órgãos públicos deverão fornecer os dados solicitados no prazo de 20 dias, prorrogáveis por mais 10, sem que haja necessidade de o requerente justificar o pedido. Ou seja, todas as informações produzidas ou custodiadas pelo poder público e não classificadas como sigilosas são consideradas públicas e, portanto, acessíveis a qualquer cidadão.

Para exercer o direito regulamentado pela Lei, além de dirigir-se ao SIC, o cidadão poderá fazer pedidos por meio da internet (www.acessoainformacao.gov.br). O sistema é disponibilizado pela Controladoria-Geral da União (CGU), órgão encarregado de monitorar a implementação da lei no âmbito do Poder Executivo Federal, e controlará registros de entradas e saídas de pedidos de acesso à informação, além de formulário padrão para a requisição.

Além de informações que lhe dizem respeito pessoalmente, o cidadão poderá ter acesso a documentos sobre gastos financeiros, contratos, programas, ações, projetos e obras do Estado. A partir de agora o cidadão poderá também o horário de trabalho dos médicos de um posto de saúde, aos salários dos servidores e até todo processo de escolha de uma empresa contratada por um governo de estado ou por uma prefeitura.

O servidor público que se recusar a fornecer a informação ou fornecê-la intencionalmente de forma incorreta, incompleta ou imprecisa ou ainda impor sigilo à informação para obter algum proveito, poderá ser responsabilizado civil, penal ou administrativamente.

Ascom MTE

Câmara aprova projeto de lei que regulamenta profissão de árbitro de futebol

16 maio, 2012 às 22:24 por Fernando LOBO

O plenário da Câmara aprovou hoje (16) projeto de lei que regulamenta a profissão de árbitro de futebol no país. Entre os dispositivos do projeto está o que tipifica como crime a prática da arbitragem fraudulenta, aquela que interfere propositalmente no resultado das partidas.
O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), que relatou a proposta no plenário, destacou que a proposta visa impedir que a corrupção chegue aos gramados. “O futebol está cada vez mais profissionalizado, mas ainda há deficiência na formação dos juizes e a proposta pode contribuir para corrigir isso. Também foi muito importante dar mais rigor para que no mundo esportivo a corrupção não tenha espaço”, disse.
Como foi modificados pelos deputados, o projeto, que teve de origem do Senado retorna para análise dos senadores.
Agência Brasil

O plenário da Câmara aprovou hoje (16) projeto de lei que regulamenta a profissão de árbitro de futebol no país. Entre os dispositivos do projeto está o que tipifica como crime a prática da arbitragem fraudulenta, aquela que interfere propositalmente no resultado das partidas.

O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), que relatou a proposta no plenário, destacou que a proposta visa impedir que a corrupção chegue aos gramados. “O futebol está cada vez mais profissionalizado, mas ainda há deficiência na formação dos juizes e a proposta pode contribuir para corrigir isso. Também foi muito importante dar mais rigor para que no mundo esportivo a corrupção não tenha espaço”, disse.

Como foi modificados pelos deputados, o projeto, que teve de origem do Senado retorna para análise dos senadores.

Agência Brasil

Ex-coordenador da Lei Seca envolvido em acidente irá a juri popular

16 maio, 2012 às 19:04 por Fernando LOBO

O ex-coordenador da Lei Seca, Alexandre Felipe Vieira Mendes, acusado de atropelar cinco pessoas no dia 25 de agosto do ano passado, irá a juri popular. Alexandre responderá pelos crimes de homicídio com dolo eventual, pela morte de Erminio Costa Pereira, lesão corporal grave pela vítima Silvana Braga de Souza, lesões corporais leves cometidas contra crianças e omissão de socorro. Em relação à acusação de homicídio, Alexandre Felipe por pegar de seis a 20 anos de prisão.

alexandre felipe vai a juri popular

Exoneração

Na época, Alexandre Felipe foi exonerado do cargo de subsecretário quatro dias após a suspeita de envolvimento no atropelamento em Itaipu, Niterói, logo após sair de uma festa. Alexandre só perdeu o cargo no dia em que veio à tona o uso irregular de reboque da Operação Lei Seca para retirar sua Pajero do local do crime. Também foi exonerada Eloisa Helena Souza da Silva, coordenadora de equipe que autorizou a ida do reboque. O carro de Alexandre, que foi coordenador da Lei Seca até fevereiro, foi retirado do local antes de passar por perícia.

Depoimento de vítima

Uma das vítimas do atropelamento cometido pelo então subsecretário, Silvana Braga de Souza, de 30 anos, relatou o drama do atropelamento ao delegado. A vítima reafirmou que o carro do ex-subsecretário estava em alta velocidade e em zig-zag e que Alexandre não prestou socorro. “Quero que ele pague pelo que fez de alguma forma”, exigiu.

alexandre felipe atropela Silvana

Ao ser atingida pelo veículo, ela desmaiou e bateu com a cabeça no chão. “Quando acordei, achei que meu filho estava na ferragem. Só vi o mais velho. Escutei o Gabriel pedindo socorro gritando desesperado. Tirei força não sei da onde para ajudá-lo. Acho que foi amor de mãe”, disse Silvana, que retirou a criança de dentro do carrinho, que ficou destruído com o impacto.

Problemas cardíacos

O advogado de Alexandre Felipe, José Maurício Ignácio, disse que o ex-integrante do governo estadual está hospedado na casa de parentes e ainda bastante traumatizado com o acidente. Ainda segundo Ignácio, Alexandre tem tomado remédios para hipertensão e vai passar por uma série de exames cardíacos, já que ele apresentou alguns problemas no coração devido a pressão arterial elevada. Alexandre Felipe está, por hora, afastado dos trabalhos no Governo do Estado.

O Dia

Emocionada, Dilma diz que ‘nunca pode existir história sem voz’

16 maio, 2012 às 13:50 por Fernando LOBO

Presidenta instalou a Comissão da Verdade, que tem como objetivo investigar violações dos direitos humanos entre 1946 e 1988, período que inclui a ditadura
A presidenta Dilma Rousseff instalou nesta quarta-feira a Comissão da Verdade, que investigará as violações dos direitos humanos durante o período de 1946 a 1988 – o que inclui a ditadura militar (1964 – 1985) – mas sem poder punir os responsáveis pelos crimes. Próximo ao fim do seu discurso, Dilma, que foi presa política durante o regime militar, ficou bastante emocionada, conteve o choro e continuou o pronunciamento com a voz embargada.
“A desinformação não ajuda a apaziguar a sombra e a mentira. Não são capazes de promover a concórdia. O Brasil merece a verdade, as novas gerações merecem a verdade, sobretudo os que perderam parentes e amigos”. E continuou: “Se existem filhos sem pais, se existem pais sem túmulo, se existem túmulos sem corpos, nunca pode existir uma história sem voz”, disse a presidenta.
Dilma abriu seu discurso, proferido após a posse oficial dos membros da comissão, citando Ulysses Guimarães, “o senhor Diretas”, e destacando que a verdade, acima de tudo, “é o contrário do esquecimento”. “Embora saibamos que regimes de exceção nos apartem da democracia, é importante que a verdade, a memória e a história venham a superfície e se tornem conhecidas principalmente para as futuras gerações”, disse.
A presidenta reforçou que o objetivo da Comissão da Verdade não é o revanchismo nem o ódio, mas sim a revelação do que ocorreu em décadas de regime de exceção. “O que fazemos aqui é a celebração da transparência de uma nação que vem trilhando seu caminho com a democracia, mas que ainda tem um encontro marcado consigo mesmo”, afirmou.
Dilma reconheceu a contribuição de todos os ex-presidentes que estavam na cerimônia – José Sarney, Fernando Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva – e também os que morreram: Itamar Franco e Tancredo Neves. Mesmo sem discursar, Lula foi muito aplaudido na cerimônia quando foi citado por Dilma. “A Comissão da Verdade foi idealizada e encaminhada ao Congresso durante o governo do meu companheiro de jornada, Luiz Inácio Lula da Silva, de quem tenho orgulho de ter servido como ministra e depois de tê-lo sucedido na Presidência”.
Em vários momentos de sua fala, a presidenta falou sobre o direito à verdade das famílias das vítimas do regime militar. “Direito tão sagrado que muitas famílias têm de sepultar e enterrar entes queridos, vítimas das ações do Estado”, afirmou. Dilma disse que o encontro – da Comissão da Verdade – só se tornou possível pela democracia que vivemos hoje.
Dilma também comemorou a entrada em vigor da Lei de Acesso à Informação nesta terça-feira. “A lei de acesso também é expressão da transparência do Estado. Com essa lei, os dados relativos a violações de direitos humanos, as informações não poderão ser secretas (…) A comissão e a lei são fruto de um longo processo de condução da democracia de quase três décadas da qual participaram sete presidentes. Incluo por justiça Tanceredo Neves, que soube costurar com competência a transição do autoritarismo para a democracia que usufruímos hoje”, afirmou a presidenta.
De acordo com a lei que autorizou sua criação, a Comissão da Verdade deverá “reconstruir a verdade histórica” e “promover o esclarecimento dos casos de tortura, morte, desaparecimentos e ocultação de cadáveres”, entre outros pontos.
O alcance dessa comissão, no entanto, estará limitada por uma anistia que vigora desde 1979 que impede de levar à Justiça os suspeitos de terem cometido crimes de tortura, sequestro ou assassinato durante os chamados “anos de chumbo”.
Essa anistia foi contestada em 2010 por diversas organizações sociais que pediram sua nulidade perante o Supremo Tribunal Federal (STF), mas a corte se pronunciou a favor de sua constitucionalidade, que se mantém em vigor, apesar de protestos dos movimentos de direitos humanos.
Saiba quem são os membros da Comissão da Verdade
José Carlos Dias
Nascido em 1939, José Carlos Dias é graduado em direito pela Universidade de São Pulo (USP) e foi presidente da Comissão de Justiça e Paz de São Paulo, foi secretário de Justiça durante o governo de Franco Montoro e ministro da Justiça do tucano Fernando Henrique Cardoso. O ministro foi demitido por FHC após criticar o então secretário antidrogas Walter Maierovitch por ter antecipado a realização de uma operação contra o tráfico. Atualmente, Dias exercia o cargo de conselheiro da Comissão de Justiça e Paz. Dias foi um dos signatários da Carta aos Brasileiros, redigida em 1977, na faculdade de Direito da USP, repudiando a Ditadura Militar. Dias também foi advogado de presos políticos e atuava diretamente na Justiça Militar, durante o regime. Nos últimos anos, Dias também vem trabalhando em favor das minorias como grupos homossexuais.
Gilson Dipp
Foi considerado em 2009 um dos 100 brasileiros mais influentes, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) é considerado um juiz rigoroso em suas decisões. Em 14 de abril, por exemplo, ele negou liminar impetrada pela defesa de Carlinhos Cachoeira pedindo a defesa do bicheiro. Ele está no STF desde 2008. Atualmente, ele tem como maior missão a reforma no Código Penal brasileiro. No novo Código estão sendo estudados atos ligados ao aborto, criminalização do enriquecimento ilícito.
Cláudio Fontelles
Procurador-geral de República entre 2003 e 2005, Fonteles atuou no movimento político estudantil como secundarista e universitário e foi membro grupo Ação Popular (AP) que comandou a União Nacional dos Estudantes (UNE) na década de 60. É considerado um homem de centro.
Rosa Maria Cardoso da Cunha
Hoje com 65 anos e dona de um escritório de advocacia, Rosa Maria Cardoso da Cunha foi advogada da presidenta Dilma Rousseff (PT) durante o regime militar e também de Carlos Franklin Paixão de Araújo, ex-marido da petista. Especialista em defender presos políticos, constantemente era alvo de revistas vexatórias dos militares. Houve ocasiões em que precisou ficar completamente nua na frente dos militares antes da visita de alguns de seus clientes, normalmente líderes da esquerda.
José Cavalcanti Filho
José Cavalcanti Filho é advogado e considerado um homem com uma boa formação em direitos humanos. Foi ministro interino da Justiça e ex-secretário-geral do ministério da Justiça no governo José Sarney. É consultor da Unesco e do Banco Mundial. Foi presidente do Conselho de Administrativo de Defesa Econômica (Cade) entre 1985 e 1986. Ele também atuou como advogado de presos políticos durante o regime militar.
Paulo Sérgio Pinheiro
Diplomata, Paulo Sério Pinheiro é considerado o homem da “experiência internacional” da Comissão da Verdade e tem uma formação sólida em causas ligadas aos Direitos Humanos. Professor da Universidade de São Paulo (USP), Pinheiro foi secretário especial de Direitos Humanos no governo Fernando Henrique Cardoso. Participou do grupo de trabalho nomeado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva responsável por preparar o projeto da Comissão da Verdade. É Relator da Infância da Comissão Interamericana de Direitos Humanos.
Maria Rita Kehl
Psicanalista, cronista e crítica literária. Foi editora do jornal Movimento, um dos mais importantes entre as publicações alternativas que circularam durante o período militar. Trabalhou nos principais veículos de comunicação do país. É autora de seis livros e vencedora do Prêmio Jabuti. É apontada como mulher com grande compromisso na defesa dos Direitos Humanos.
Último Segundo

Presidenta instalou a Comissão da Verdade, que tem como objetivo investigar violações dos direitos humanos entre 1946 e 1988, período que inclui a ditadura

Dilma com ex-presidentes

A presidenta Dilma Rousseff instalou nesta quarta-feira a Comissão da Verdade, que investigará as violações dos direitos humanos durante o período de 1946 a 1988 – o que inclui a ditadura militar (1964 – 1985) – mas sem poder punir os responsáveis pelos crimes. Próximo ao fim do seu discurso, Dilma, que foi presa política durante o regime militar, ficou bastante emocionada, conteve o choro e continuou o pronunciamento com a voz embargada.

“A desinformação não ajuda a apaziguar a sombra e a mentira. Não são capazes de promover a concórdia. O Brasil merece a verdade, as novas gerações merecem a verdade, sobretudo os que perderam parentes e amigos”. E continuou: “Se existem filhos sem pais, se existem pais sem túmulo, se existem túmulos sem corpos, nunca pode existir uma história sem voz”, disse a presidenta.

Dilma abriu seu discurso, proferido após a posse oficial dos membros da comissão, citando Ulysses Guimarães, “o senhor Diretas”, e destacando que a verdade, acima de tudo, “é o contrário do esquecimento”. “Embora saibamos que regimes de exceção nos apartem da democracia, é importante que a verdade, a memória e a história venham a superfície e se tornem conhecidas principalmente para as futuras gerações”, disse.

A presidenta reforçou que o objetivo da Comissão da Verdade não é o revanchismo nem o ódio, mas sim a revelação do que ocorreu em décadas de regime de exceção. “O que fazemos aqui é a celebração da transparência de uma nação que vem trilhando seu caminho com a democracia, mas que ainda tem um encontro marcado consigo mesmo”, afirmou.

Dilma reconheceu a contribuição de todos os ex-presidentes que estavam na cerimônia – José Sarney, Fernando Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva – e também os que morreram: Itamar Franco e Tancredo Neves. Mesmo sem discursar, Lula foi muito aplaudido na cerimônia quando foi citado por Dilma. “A Comissão da Verdade foi idealizada e encaminhada ao Congresso durante o governo do meu companheiro de jornada, Luiz Inácio Lula da Silva, de quem tenho orgulho de ter servido como ministra e depois de tê-lo sucedido na Presidência”.

Em vários momentos de sua fala, a presidenta falou sobre o direito à verdade das famílias das vítimas do regime militar. “Direito tão sagrado que muitas famílias têm de sepultar e enterrar entes queridos, vítimas das ações do Estado”, afirmou. Dilma disse que o encontro – da Comissão da Verdade – só se tornou possível pela democracia que vivemos hoje.

Dilma também comemorou a entrada em vigor da Lei de Acesso à Informação nesta terça-feira. “A lei de acesso também é expressão da transparência do Estado. Com essa lei, os dados relativos a violações de direitos humanos, as informações não poderão ser secretas (…) A comissão e a lei são fruto de um longo processo de condução da democracia de quase três décadas da qual participaram sete presidentes. Incluo por justiça Tanceredo Neves, que soube costurar com competência a transição do autoritarismo para a democracia que usufruímos hoje”, afirmou a presidenta.

De acordo com a lei que autorizou sua criação, a Comissão da Verdade deverá “reconstruir a verdade histórica” e “promover o esclarecimento dos casos de tortura, morte, desaparecimentos e ocultação de cadáveres”, entre outros pontos.

O alcance dessa comissão, no entanto, estará limitada por uma anistia que vigora desde 1979 que impede de levar à Justiça os suspeitos de terem cometido crimes de tortura, sequestro ou assassinato durante os chamados “anos de chumbo”.

Essa anistia foi contestada em 2010 por diversas organizações sociais que pediram sua nulidade perante o Supremo Tribunal Federal (STF), mas a corte se pronunciou a favor de sua constitucionalidade, que se mantém em vigor, apesar de protestos dos movimentos de direitos humanos.

Saiba quem são os membros da Comissão da Verdade

Comissão da Verdade

José Carlos Dias

Nascido em 1939, José Carlos Dias é graduado em direito pela Universidade de São Pulo (USP) e foi presidente da Comissão de Justiça e Paz de São Paulo, foi secretário de Justiça durante o governo de Franco Montoro e ministro da Justiça do tucano Fernando Henrique Cardoso. O ministro foi demitido por FHC após criticar o então secretário antidrogas Walter Maierovitch por ter antecipado a realização de uma operação contra o tráfico. Atualmente, Dias exercia o cargo de conselheiro da Comissão de Justiça e Paz. Dias foi um dos signatários da Carta aos Brasileiros, redigida em 1977, na faculdade de Direito da USP, repudiando a Ditadura Militar. Dias também foi advogado de presos políticos e atuava diretamente na Justiça Militar, durante o regime. Nos últimos anos, Dias também vem trabalhando em favor das minorias como grupos homossexuais.

Gilson Dipp

Foi considerado em 2009 um dos 100 brasileiros mais influentes, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) é considerado um juiz rigoroso em suas decisões. Em 14 de abril, por exemplo, ele negou liminar impetrada pela defesa de Carlinhos Cachoeira pedindo a defesa do bicheiro. Ele está no STF desde 2008. Atualmente, ele tem como maior missão a reforma no Código Penal brasileiro. No novo Código estão sendo estudados atos ligados ao aborto, criminalização do enriquecimento ilícito.

Cláudio Fontelles

Procurador-geral de República entre 2003 e 2005, Fonteles atuou no movimento político estudantil como secundarista e universitário e foi membro grupo Ação Popular (AP) que comandou a União Nacional dos Estudantes (UNE) na década de 60. É considerado um homem de centro.

Rosa Maria Cardoso da Cunha

Hoje com 65 anos e dona de um escritório de advocacia, Rosa Maria Cardoso da Cunha foi advogada da presidenta Dilma Rousseff (PT) durante o regime militar e também de Carlos Franklin Paixão de Araújo, ex-marido da petista. Especialista em defender presos políticos, constantemente era alvo de revistas vexatórias dos militares. Houve ocasiões em que precisou ficar completamente nua na frente dos militares antes da visita de alguns de seus clientes, normalmente líderes da esquerda.

José Cavalcanti Filho

José Cavalcanti Filho é advogado e considerado um homem com uma boa formação em direitos humanos. Foi ministro interino da Justiça e ex-secretário-geral do ministério da Justiça no governo José Sarney. É consultor da Unesco e do Banco Mundial. Foi presidente do Conselho de Administrativo de Defesa Econômica (Cade) entre 1985 e 1986. Ele também atuou como advogado de presos políticos durante o regime militar.

Paulo Sérgio Pinheiro

Diplomata, Paulo Sério Pinheiro é considerado o homem da “experiência internacional” da Comissão da Verdade e tem uma formação sólida em causas ligadas aos Direitos Humanos. Professor da Universidade de São Paulo (USP), Pinheiro foi secretário especial de Direitos Humanos no governo Fernando Henrique Cardoso. Participou do grupo de trabalho nomeado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva responsável por preparar o projeto da Comissão da Verdade. É Relator da Infância da Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

Maria Rita Kehl

Psicanalista, cronista e crítica literária. Foi editora do jornal Movimento, um dos mais importantes entre as publicações alternativas que circularam durante o período militar. Trabalhou nos principais veículos de comunicação do país. É autora de seis livros e vencedora do Prêmio Jabuti. É apontada como mulher com grande compromisso na defesa dos Direitos Humanos.

Último Segundo

Cacau Cotta, do PDT, é a grande revelação na administração conturbada do Flamengo

16 maio, 2012 às 13:35 por Fernando LOBO

O meu amigo Cacau Cotta, Vice-presidente de administração e social, é o grande responsável pela administração eficiente dentro do Flamengo.
A atual presidente, vereadora Patrícia Amorim, além de está prestes a perder o mandato por infidelildade partidária, já que trocou o PSDB pelo PMDB, deverá perder as eleições no final desse ano na Gávea, já que o clube parece uma verdadeira “Torre de Babel”.
O ex-jogador Zinho chegou agora, o filho do grande técnico Cláudio Coutinho, Cascão, está totalmente perdido. Não sabe até hoje o que faz na gávea. O Jairo dos Santos, gerente de futebol, não sabe de nada. O seu departamento está totalmente esvaziado.
A ascenção do Cacau não poderia ser diferente. PeDeTista e Brizolista, Cacau teve uma grande escola política e faz a diferença dentro da Gávea, apesar de ser torcedor e dirigente da “Mulambada”.
Parabéns Cacau.

Cacau Cotta, Vice-presidente de administração e social, é a grande revelação da atual gestão. Foi convidado para ser o vice-presidente de Futebol e não aceitou. A sua área é a responsável pelas reformas do clube. Segundo um dirigente, ele é o único competente dentro da bagunça generalizada que tomou conta do Clube.

artemateriaflamengo

Zinho, Coutinho, Jairo e Cacau Cotta (Foto: Editoria de arte / Globoesporte.com)

A atual presidente, vereadora Patrícia Amorim, além de está prestes a perder o mandato por infidelildade partidária, já que trocou o PSDB pelo PMDB, deverá perder as eleições no final desse ano na Gávea, já que o clube parece uma verdadeira “Torre de Babel”.

O ex-jogador Zinho chegou agora e não entende nada de gestão esportiva, o filho do técnico Cláudio Coutinho, Cascão, está totalmente perdido. Não sabe até hoje o que faz na Gávea. O Jairo dos Santos, gerente de futebol, não sabe de nada. O seu departamento está totalmente esvaziado. Não podemos esquecer do Michel Levy, que ficou um bom tempo na “aba” da Locanty, viajando de avião para todos os lados.

A ascenção do Cacau não poderia ser diferente. PeDeTista e Brizolista, Cacau teve uma grande escola política e faz a diferença dentro da Gávea, apesar de ser torcedor e dirigente da “Mulambada”.

Este Blog, Tricolor, deseja sucesso ao companheiro e amigo.

Parabéns Cacau.

Novo presidente da Juventude Socialista do PDT-SP é anunciado em Congresso

16 maio, 2012 às 10:12 por Fernando LOBO

A Juventude Socialista (JS) do PDT-SP realizou, no último dia 12, no auditório da Câmara Municipal de São Paulo, o seu 1º Congresso Estadual. Os trabalhos foram abertos sob a coordenação de Diego Villas Boas, presidente da JS no Estado. Presidentes e demais dirigentes de 22 municípios marcaram sua presença no evento.
Além dos representantes da JS, participaram do evento o deputado estadual e líder do PDT na Assembleia Legislativa, Major Olímpio; o secretário Estadual do Emprego e Relações do Trabalho de São Paulo, Carlos Andreu Ortiz; e o presidente Municipal São Paulo do PDT, vereador Cláudio Prado, entre outras lideranças partidárias. O membro do Diretório Municipal Sandoval Fernandes representou o presidente Estadual do PDT-SP, deputado federal Paulinho, e a Executiva Estadual do Partido.
Ao final do evento, Diego Villas Boas passou a Presidência da Juventude Socialista do PDT-SP para Wilian Souza Rosa.
Diego Villas Boas dá início aos trabalhos do 1º Congresso da JS do PDT-SP
Wilian Souza Rosa é indicado como o novo presidente da JS do PDT-SP
O deputado Major Olímpio destaca a importância da participação dos jovens na política partidária
O secretário do Emprego e Relações do Trabalho, Carlos Andreu Ortiz, diz acreditar na força da juventude com vistas às mudanças necessárias
O vereador Cláudio Prado discursa para os jovens dirigentes pedetistas
Representando o presidente do PDT-SP, deputado Paulinho, e a Executiva Estadual do Partido, Sandoval Fernandes
www.pdtsp.org.br

1º Congresso da Juventude Socialista do PDT-SP

congresso_juv_soc_01

A Juventude Socialista (JS) do PDT-SP realizou, no último dia 12, no auditório da Câmara Municipal de São Paulo, o seu 1º Congresso Estadual. Os trabalhos foram abertos sob a coordenação de Diego Villas Boas, presidente da JS no Estado. Presidentes e demais dirigentes de 22 municípios marcaram sua presença no evento.

Além dos representantes da JS, participaram do evento o deputado estadual e líder do PDT na Assembleia Legislativa, Major Olímpio; o secretário Estadual do Emprego e Relações do Trabalho de São Paulo, Carlos Andreu Ortiz; e o presidente Municipal São Paulo do PDT, vereador Cláudio Prado, entre outras lideranças partidárias. O membro do Diretório Municipal Sandoval Fernandes representou o presidente Estadual do PDT-SP, deputado federal Paulinho, e a Executiva Estadual do Partido.

Ao final do evento, Diego Villas Boas passou a Presidência da Juventude Socialista do PDT-SP para Wilian Souza Rosa.

congresso_juv_soc_02

O presidente Diego Villas Boas dá início aos trabalhos do 1º Congresso da JS do PDT-SP

congresso_juv_soc_03

Wilian Souza Rosa é indicado como o novo presidente da JS do PDT-SP

congresso_juv_soc_04

O deputado Major Olímpio destaca a importância da participação dos jovens na política partidária

congresso_juv_soc_05

O secretário do Emprego e Relações do Trabalho, Carlos Andreu Ortiz, diz acreditar na força da juventude com vistas às mudanças necessárias

congresso_juv_soc_06

O vereador Cláudio Prado discursa para os jovens dirigentes pedetistas

congresso_juv_soc_07

Representando o presidente do PDT-SP, deputado Paulinho, e a Executiva Estadual do Partido, Sandoval Fernandes

www.pdtsp.org.br

Vigilância Sanitária interdita restaurantes no Rio

16 maio, 2012 às 9:36 por Fernando LOBO

Prefeitura divulga lista de 53 pontos de comércio que vendiam alimentos inadequados
A Superintendência de Vigilância e Fiscalização Sanitária em Alimentos do município divulgou, ontem, no Diário Oficial, a lista de 53 estabelecimentos comerciais  — padarias, lanchonetes, bares, restaurantes e supermercados — que foram interditados por falta de higiene e problemas na estrutura. Em todos, havia irregularidades que colocavam em risco a saúde dos consumidores. Doze dos lugares fechados ficam em pontos nobres da Zona Sul. O Centro do Rio continua sendo a região recordista de problemas.
De acordo com a Vigilância Sanitária, os problemas encontrados vão desde infestação de ratos e baratas ao uso de produtos com data de validade vencida e até com mofo visível. A multa mais cara, que é para a falta de higiene total, custa R$ 1.114. Outros 71 estabelecimentos foram notificados para se adequarem em até 60 dias às normas de higiene.
Há casos ainda em que o local apresenta infiltração, mofo nas paredes, falta de manutenção nas gôndolas e prateleiras quebradas. As interdições são resultados de inspeções nos últimos dois meses. Conforme dados da ouvidoria do órgão, funcionários são a maior fonte de denúncia.
Também foi divulgada outra lista: a de 25 locais liberados para reabrir após terem cumprido as exigências do município. A Vigilância Sanitária faz, em média, 190 inspeções por dias. Só no mês passado foram 982 intimações e 6,4 toneladas de produtos condenados.
O Dia

Prefeitura divulga lista de 53 pontos de comércio que vendiam alimentos inadequados

estabelecimentos interditados

A Superintendência de Vigilância e Fiscalização Sanitária em Alimentos do município divulgou, ontem, no Diário Oficial, a lista de 53 estabelecimentos comerciais  — padarias, lanchonetes, bares, restaurantes e supermercados — que foram interditados por falta de higiene e problemas na estrutura. Em todos, havia irregularidades que colocavam em risco a saúde dos consumidores. Doze dos lugares fechados ficam em pontos nobres da Zona Sul. O Centro do Rio continua sendo a região recordista de problemas.

De acordo com a Vigilância Sanitária, os problemas encontrados vão desde infestação de ratos e baratas ao uso de produtos com data de validade vencida e até com mofo visível. A multa mais cara, que é para a falta de higiene total, custa R$ 1.114. Outros 71 estabelecimentos foram notificados para se adequarem em até 60 dias às normas de higiene.

Há casos ainda em que o local apresenta infiltração, mofo nas paredes, falta de manutenção nas gôndolas e prateleiras quebradas. As interdições são resultados de inspeções nos últimos dois meses. Conforme dados da ouvidoria do órgão, funcionários são a maior fonte de denúncia.

Também foi divulgada outra lista: a de 25 locais liberados para reabrir após terem cumprido as exigências do município. A Vigilância Sanitária faz, em média, 190 inspeções por dias. Só no mês passado foram 982 intimações e 6,4 toneladas de produtos condenados.

O Dia

Zico diz que diretor do Flamengo ‘voava no avião da Locanty’

16 maio, 2012 às 9:17 por Fernando LOBO

Ídolo rubro-negro, o ex-jogador Zico incluiu o diretor de finanças  do Flamengo no escândalo que envolve a Locanty, empresa acusada de manipular licitações no Rio de Janeiro. De acordo com Zico, Michel Levy foi para a Copa do Mundo no avião de João Barreto, dono da Locanty.
“Era ele (Michel Levy) que andava no avião do tal João. Ele foi quando eu estava lá na Copa do Mundo. Ele tinha ido no avião do ’seu Locanty’ pra Copa do Mundo, na África do Sul”, denunciou o ex-executivo de futebol do Flamengo.
Lenha na fogueira
Ainda de acordo com Zico, que fez as revelações numa entrevista ao site de uma das chapas de oposição que devem se candidatar nas próximas eleições do Flamengo, João Barreto ajudava o clube e se comprometeu até a pagar dois meses dos seus salários atrasados.
“Ele não me pagou e falou: ‘Estou ajudando políticos. Será que eu poderia pagar esses dois meses em janeiro e em fevereiro? Eu te pagava dobrado’. Aí, eu falei: ‘Tá legal’”.
JB

lua_arquivoGLOBO

Ídolo rubro-negro, o ex-jogador Zico incluiu o diretor de finanças  do Flamengo no escândalo que envolve a Locanty, empresa acusada de manipular licitações no Rio de Janeiro. De acordo com Zico, Michel Levy foi para a Copa do Mundo no avião de João Barreto, dono da Locanty.

“Era ele (Michel Levy) que andava no avião do tal João. Ele foi quando eu estava lá na Copa do Mundo. Ele tinha ido no avião do ’seu Locanty’ pra Copa do Mundo, na África do Sul”, denunciou o ex-executivo de futebol do Flamengo.

Lenha na fogueira

Ainda de acordo com Zico, que fez as revelações numa entrevista ao site de uma das chapas de oposição que devem se candidatar nas próximas eleições do Flamengo, João Barreto ajudava o clube e se comprometeu até a pagar dois meses dos seus salários atrasados.

“Ele não me pagou e falou: ‘Estou ajudando políticos. Será que eu poderia pagar esses dois meses em janeiro e em fevereiro? Eu te pagava dobrado’. Aí, eu falei: ‘Tá legal’”.

JB

Deputada Juliana Brizola escreve livro sobre seu avô

15 maio, 2012 às 20:12 por Fernando LOBO

Brizola ganhará homenagem em livro de memórias
A deputada estadual Juliana Brizola (PDT-RS) vai lançar em agosto um livro de memórias sobre o avô, Leonel Brizola. “É uma homenagem. Ele faria 90 anos em janeiro”, diz ela, que começou, no ano passado, a pesquisar fotos, cartas e frases no acervo da família – metade do material está na Fundação Darcy Ribeiro, no Rio de Janeiro, e a outra sob a guarda do tio, João Otávio, em Montevidéu, Uruguai. “As lembranças dos ‘brizolistas’ ainda chegam por e-mail, cartas e telefonemas de todos os cantos do país. Tem gente que liga no meu gabinete para contar causos”, afirma. A publicação também terá textos de Martinho da Vila, Beth Carvalho e Roberto D’Ávila.
“Ele não tinha horário para nada, a não ser fazer política”, diz a deputada, irmã do recém-empossado ministro do Trabalho Brizola Neto, o Carlito.
Frases de Brizola, ou Tata, apelido familiar do político:
“Tu me emprestaste as tuas calcinhas e eu saí com elas” (respondendo a um jornalista que tinha perguntado como ele tinha fugido para o exílio)
“Para gaúcho, esse tal de Viagra é overdose”. (Explicando a virilidade dos homens do Rio Grande do Sul, em 1998).
“Não se preocupe que sua avó nunca será substituída”. (À neta Juliana, sobre seu suposto relacionamento com uma namorada carioca)
“Vista sempre um terninho e o cabelo sempre preso. Esses velhos são muitos babões”. (frase também dita para a neta ao entrar em seu primeiro emprego ) .
Bruno Astuto

Brizola ganhará homenagem em livro de memórias

Juliana Brizola no colo dos avós

A deputada estadual Juliana Brizola (PDT-RS) vai lançar em agosto um livro de memórias sobre o avô, Leonel Brizola. “É uma homenagem. Ele faria 90 anos em janeiro”, diz ela, que começou, no ano passado, a pesquisar fotos, cartas e frases no acervo da família – metade do material está na Fundação Darcy Ribeiro, no Rio de Janeiro, e a outra sob a guarda do tio, João Otávio, em Montevidéu, Uruguai. “As lembranças dos ‘brizolistas’ ainda chegam por e-mail, cartas e telefonemas de todos os cantos do país. Tem gente que liga no meu gabinete para contar causos”, afirma. A publicação também terá textos de Martinho da Vila, Beth Carvalho e Roberto D’Ávila.

“Ele não tinha horário para nada, a não ser fazer política”, diz a deputada, irmã do recém-empossado ministro do Trabalho Brizola Neto, o Carlito.

Juliana Brizola lança livro sobre o avô

Frases de Brizola, ou Tata, apelido familiar do político:

“Tu me emprestaste as tuas calcinhas e eu saí com elas” (respondendo a um jornalista que tinha perguntado como ele tinha fugido para o exílio)

“Para gaúcho, esse tal de Viagra é overdose”. (Explicando a virilidade dos homens do Rio Grande do Sul, em 1998).

“Não se preocupe que sua avó nunca será substituída”. (À neta Juliana, sobre seu suposto relacionamento com uma namorada carioca)

“Vista sempre um terninho e o cabelo sempre preso. Esses velhos são muitos babões”. (frase também dita para a neta ao entrar em seu primeiro emprego ) .

Bruno Astuto

Nota deste Blog: Parabéns deputada. Estarei enviando para seu e-mail uma foto de 1984, na Igreja da Candelária, aqui no Rio, com seus avós.

PDT e PSB juntos por uma Nova Duque de Caxias (Aliança PDT-PSB)

15 maio, 2012 às 19:48 por Fernando LOBO

PDT e PSB juntos por uma Nova Duque de Caxias.
Na segunda-feira, dia 14-05-2012, o presidente do Diretório Municipal do PDT de Duque de Caxias, Mazinho, firmou a aliança com o pré-candidato à prefeito, Alexandre Cardoso do PSB.
Assista o vídeo.


Alexandre Cardoso terá vice indicado pelo PDT

15 maio, 2012 às 19:30 por Fernando LOBO

O presidente estadual do Partido Socialista Brasileiro (PSB), deputado federal Alexandre Cardoso, participou nesta segunda-feira (14/5) na sede do Partido Democrático Trabalhista (PDT), no Centro do Rio, da solenidade de formalização da aliança das duas legendas visando à eleição para a prefeitura de Duque de Caxias.
O anúncio foi feito pelo presidente nacional do PDT, Carlos Lupi.
Segundo o presidente estadual do PSB, Alexandre Cardoso, esta união entre os partidos pode ser o primeiro passo para a construção de uma aliança a nível nacional. “Estamos construindo a base de um entendimento muito maior, um projeto de âmbito nacional. Assumimos um compromisso de incorporar o pensamento político do PDT ao governo do PSB em Duque de Caxias”, destacou Alexandre Cardoso.
“Quero agradecer ao vereador Mazinho, ao ex- vereador Laury Villar, a direção municipal do PDT em Caxias, ao presidente Carlos Lupi, ao ex-deputado Carlos Corrêa pelo apoio e pela grandeza dos que querem construir uma Caxias melhor”, disse o presidente estadual do PSB, Alexandre Cardoso.
Para o vice- presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, socialistas e trabalhistas sempre caminharam juntos e com objetivos semelhantes. “Acredito que a aliança servirá para a construção de riqueza e a melhor distribuição desta riqueza para o país”, afirmou.
“Ouvimos nossas bases e avaliamos as propostas de outras legendas para Duque de Caxias e, sem dúvida, o projeto do pré- candidato Alexandre Cardoso é o que está mais adequado ao pensamento do PDT. Sabemos que ele é a pessoa mais preparada para mudar a história de Caxias”, garantiu Carlos Lupi, presidente nacional do PDT.
Caxias Digital

PSB e PDT unidos para eleição em Duque de Caxias

PDT e PSB juntos em Caxias

O presidente estadual do Partido Socialista Brasileiro (PSB), deputado federal Alexandre Cardoso, participou ontem (14) na sede do Partido Democrático Trabalhista (PDT), no Centro do Rio, da solenidade de formalização da aliança das duas legendas visando à eleição para a prefeitura de Duque de Caxias.

PDT e PSB juntos em Duque de Caxias (1)

O anúncio foi feito pelo presidente nacional do PDT, Carlos Lupi.

Segundo o presidente estadual do PSB, Alexandre Cardoso, esta união entre os partidos pode ser o primeiro passo para a construção de uma aliança a nível nacional. “Estamos construindo a base de um entendimento muito maior, um projeto de âmbito nacional. Assumimos um compromisso de incorporar o pensamento político do PDT ao governo do PSB em Duque de Caxias”, destacou Alexandre Cardoso.

PDT e PSB juntos em Duque de Caxias (6)

“Quero agradecer ao vereador Mazinho, ao ex- vereador Laury Villar, a direção municipal do PDT em Caxias, ao presidente Carlos Lupi, ao ex-deputado Carlos Corrêa pelo apoio e pela grandeza dos que querem construir uma Caxias melhor”, disse o presidente estadual do PSB, Alexandre Cardoso.

Para o vice- presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, socialistas e trabalhistas sempre caminharam juntos e com objetivos semelhantes. “Acredito que a aliança servirá para a construção de riqueza e a melhor distribuição desta riqueza para o país”, afirmou.

“Ouvimos nossas bases e avaliamos as propostas de outras legendas para Duque de Caxias e, sem dúvida, o projeto do pré- candidato Alexandre Cardoso é o que está mais adequado ao pensamento do PDT. Sabemos que ele é a pessoa mais preparada para mudar a história de Caxias”, garantiu Carlos Lupi, presidente nacional do PDT.

Caxias Digital

Justiça aceita denúncia de trabalho escravo em fazenda no norte fluminense

15 maio, 2012 às 19:17 por Fernando LOBO

A 2ª Vara Federal em Campos aceitou a denúncia do Ministério Público Federal de que os proprietários da Fazenda Lagoa Limpa submetiam os empregados a trabalhar em condições análogas à escravidão. A fazenda fica no município de Campos dos Goytacazes, no norte do estado do Rio.
A denúncia foi apresentada pelo procurador da República Eduardo Santos de Oliveira e teve origem em uma inspeção feita na Lagoa Limpa em junho do ano passado. Na época, foi constatado que os trabalhadores não dispunham de água potável, instalações sanitárias adequadas e equipamentos de proteção individual, como luvas e botas em quantidade suficiente para todos. Também não havia local adequado para alimentação.
Outra irregularidade flagrada pela fiscalização foi a falta de anotações obrigatórias nas carteiras profissionais em relação aos salários e à duração dos contratos de trabalho.
Correio Braziliense

A 2ª Vara Federal em Campos aceitou a denúncia do Ministério Público Federal de que os proprietários da Fazenda Lagoa Limpa submetiam os empregados a trabalhar em condições análogas à escravidão. A fazenda fica no município de Campos dos Goytacazes, no norte do estado do Rio.

A denúncia foi apresentada pelo procurador da República Eduardo Santos de Oliveira e teve origem em uma inspeção feita na Lagoa Limpa em junho do ano passado. Na época, foi constatado que os trabalhadores não dispunham de água potável, instalações sanitárias adequadas e equipamentos de proteção individual, como luvas e botas em quantidade suficiente para todos. Também não havia local adequado para alimentação.

Outra irregularidade flagrada pela fiscalização foi a falta de anotações obrigatórias nas carteiras profissionais em relação aos salários e à duração dos contratos de trabalho.

Correio Braziliense