TV Globo diz que não exibirá programa do PT em São Paulo

15 maio, 2012 às 19:00 por Fernando LOBO

A TV Globo afirmou ontem que não exibirá as propagandas partidárias do PT que deveriam entrar no ar hoje.
A decisão põe em risco a estratégia petista para dar visibilidade ao pré-candidato do partido a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, antes do horário eleitoral gratuito, em agosto
Em nota, a TV diz que seguirá “determinação da Justiça Eleitoral para que os partidos entreguem a documentação dos programas partidários com o prazo de 15 dias de antecedência a sua exibição”.
Como, segundo a TV, o pedido foi feito com seis dias de antecedência, os programas não serão veiculados. “A regulamentação oficial é a mesma para todos, tanto que outros partidos que não cumpriram o prazo não tiveram exibição”, afirma a nota.
Folha

A TV Globo afirmou ontem que não exibirá as propagandas partidárias do PT que deveriam entrar no ar hoje.

A decisão põe em risco a estratégia petista para dar visibilidade ao pré-candidato do partido a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, antes do horário eleitoral gratuito, em agosto

Em nota, a TV diz que seguirá “determinação da Justiça Eleitoral para que os partidos entreguem a documentação dos programas partidários com o prazo de 15 dias de antecedência a sua exibição”.

Como, segundo a TV, o pedido foi feito com seis dias de antecedência, os programas não serão veiculados. “A regulamentação oficial é a mesma para todos, tanto que outros partidos que não cumpriram o prazo não tiveram exibição”, afirma a nota.

Folha

Disque TRE: população mostra apoio no primeiro dia

15 maio, 2012 às 18:39 por Fernando LOBO

TRE do Rio recebe 76 notificações em 1º dia de denúncias
No primeiro dia de funcionamento do Disque-Denúncia Eleitoral, o TRE-RJ recebeu 76 notificações, a maioria por propaganda eleitoral antecipada.Ao todo, foram 24 denúncias sobre irregularidades cometidas na capital. Das 52 que dizem respeito às campanhas políticas no interior, 20 atingem municípios da Baixada Fluminense.
As denúncias serão verificadas pelas equipes de fiscalização em cada município. O material irregular será recolhido e enviado para avaliação do Ministério Público, que decidirá se oferece, ou não, uma representação contra os políticos envolvidos.
DISQUE-DENÚNCIA
O serviço atende a todo o Estado e será inicialmente prestado por três linhas telefônicas. As linhas (21) 3513-8144 e (21) 3513-8249 aceitarão ligações a cobrar, inclusive por celular. As irregularidades podem ser informadas também pela linha telefônica (21) 3513-8204 ou pelo email denunciapropaganda@tre-rj.jus.br.
Recebidas de forma sigilosa, as denúncias da população podem ser feitas entre 11h e 19h, de segunda a sexta-feira. O cidadão não precisa se identificar.
TRE/RJ e Folha

TRE do Rio recebe 76 notificações em 1º dia de denúncias

TRE DISQUE DENÚNCIA

No primeiro dia de funcionamento do Disque-Denúncia Eleitoral, o TRE-RJ recebeu 76 notificações, a maioria por propaganda eleitoral antecipada.Ao todo, foram 24 denúncias sobre irregularidades cometidas na capital. Das 52 que dizem respeito às campanhas políticas no interior, 20 atingem municípios da Baixada Fluminense.

As denúncias serão verificadas pelas equipes de fiscalização em cada município. O material irregular será recolhido e enviado para avaliação do Ministério Público, que decidirá se oferece, ou não, uma representação contra os políticos envolvidos.

DISQUE-DENÚNCIA

O serviço atende a todo o Estado e será inicialmente prestado por três linhas telefônicas. As linhas (21) 3513-8144 e (21) 3513-8249 aceitarão ligações a cobrar, inclusive por celular. As irregularidades podem ser informadas também pela linha telefônica (21) 3513-8204 ou pelo email denunciapropaganda@tre-rj.jus.br .

Recebidas de forma sigilosa, as denúncias da população podem ser feitas entre 11h e 19h, de segunda a sexta-feira. O cidadão não precisa se identificar.

TRE/RJ e Folha

Prefeitos cobram de Dilma distribuição igualitária de royalties do petróleo

15 maio, 2012 às 18:23 por Fernando LOBO

O presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkoski, cobrou nesta terça-feira (15/5) da presidente Dilma Rousseff, durante a 15ª Marcha dos Prefeitos, a distribuição dos royalties do petróleo de forma a beneficiar os municípios produtores e não produtores.
“Não tem município produtor, nem estado, o que tem é confrontante. O que aquele municípios fez para ter aquele petróleo? Não tem produtor, é confrontante, ninguém está mexendo em contrato. Queremos honrar todos os contratos, o que estamos discutindo é a apropriação do produto do contrato”, disse Paulo Ziulkoski.
Dilma defendeu empenho e diálogo para resolver a situação. “[Sobre] petróleo, vocês não vão gostar do que vou dizer, então vou falar pra vocês: não acreditem que conseguirão resolver a distribuição de hoje para trás, lutem pela distribuição de hoje para a frente”, destacou. Os prefeitos não gostaram da resposta e houve um início de vaia. No encontro, porém, Dilma também foi aplaudida.
Após o encontro, Paulo Ziulkoski disse que a vaia à presidenta não representa nem a maioria dos prefeitos nem a posição da Confederação Nacional dos Municípios. “Esse grupo não tem nosso aval e a vaia aconteceu devido ao estilo honesto e leal da presidente Dilma”.
A presidente também reforçou, por diversas vezes, que o governo federal não poupará esforços para que as criança pobres estejam nas creches, após ter ouvido dados apresentados por Ziulkoski demonstrando que o municípios ficarão sobrecarregados com as 6 mil creches que o governo federal quer construir até 2014. “Meu governo fará o possível e o impossível não só com custeio e com investimento, tudo o que for possível para garantir que a parte mais pobre das crianças esteja em creches”, destacou Dilma.
A Confederação Nacional dos Municípios apresentou ainda reivindicações como execução de restos a pagar, fim da aprovação de pisos salariais para categorias profissionais e apoio para a construção de aterros sanitários. O presidente da confederação disse ainda que é preciso reforçar a parceria entre o governo federal e os municípios.
A presidente Dilma disse concordar que há desajustes na relação entre o governo federal e os municípios, mas disse em tom firme que o governo sempre fez tudo o possível para ampliar a parceria. “Concordo que há desajustes que não temos e não alcançamos a melhor relação possível, mas não concordo que o governo federal não tenha feito tudo o que era possível, dada nossa situação, para ampliar a parceria com os municípios”, disse Dilma.
Correio Braziliense

Dilma - Foto Andre Dusek - AE

O presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkoski, cobrou nesta terça-feira (15/5) da presidente Dilma Rousseff, durante a 15ª Marcha dos Prefeitos, a distribuição dos royalties do petróleo de forma a beneficiar os municípios produtores e não produtores.

“Não tem município produtor, nem estado, o que tem é confrontante. O que aquele municípios fez para ter aquele petróleo? Não tem produtor, é confrontante, ninguém está mexendo em contrato. Queremos honrar todos os contratos, o que estamos discutindo é a apropriação do produto do contrato”, disse Paulo Ziulkoski.

Dilma defendeu empenho e diálogo para resolver a situação. “[Sobre] petróleo, vocês não vão gostar do que vou dizer, então vou falar pra vocês: não acreditem que conseguirão resolver a distribuição de hoje para trás, lutem pela distribuição de hoje para a frente”, destacou. Os prefeitos não gostaram da resposta e houve um início de vaia. No encontro, porém, Dilma também foi aplaudida.

Após o encontro, Paulo Ziulkoski disse que a vaia à presidenta não representa nem a maioria dos prefeitos nem a posição da Confederação Nacional dos Municípios. “Esse grupo não tem nosso aval e a vaia aconteceu devido ao estilo honesto e leal da presidente Dilma”.

A presidente também reforçou, por diversas vezes, que o governo federal não poupará esforços para que as criança pobres estejam nas creches, após ter ouvido dados apresentados por Ziulkoski demonstrando que o municípios ficarão sobrecarregados com as 6 mil creches que o governo federal quer construir até 2014. “Meu governo fará o possível e o impossível não só com custeio e com investimento, tudo o que for possível para garantir que a parte mais pobre das crianças esteja em creches”, destacou Dilma.

A Confederação Nacional dos Municípios apresentou ainda reivindicações como execução de restos a pagar, fim da aprovação de pisos salariais para categorias profissionais e apoio para a construção de aterros sanitários. O presidente da confederação disse ainda que é preciso reforçar a parceria entre o governo federal e os municípios.

A presidente Dilma disse concordar que há desajustes na relação entre o governo federal e os municípios, mas disse em tom firme que o governo sempre fez tudo o possível para ampliar a parceria. “Concordo que há desajustes que não temos e não alcançamos a melhor relação possível, mas não concordo que o governo federal não tenha feito tudo o que era possível, dada nossa situação, para ampliar a parceria com os municípios”, disse Dilma.

Correio Braziliense

CPMI decide reconvocar Cachoeira para depor na próxima semana

15 maio, 2012 às 17:52 por Fernando LOBO

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de conceder habeas corpus ao empresário goiano Carlos Augusto de Almeida Ramos soou como interferência de Poderes na avaliação de deputados e senadores que integram a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira. Hoje (15), os integrantes da CPMI decidiram, de forma unânime, reconvocar o empresário para prestar depoimento na próxima terça-feira, dia 22.
O habeas corpus foi concedido ontem (14), em caráter liminar, pelo ministro Celso de Mello, e obrigou a comissão a suspender o depoimento do empresário conhecido como Carlinhos Cachoeira, que estava marcado para hoje.
“Essa decisão abre um precedente muito grave, caso o Supremo a confirme no julgamento do mérito. Ela desrespeita o poder da CPMI de investigar. Imaginem quantos pedidos de habeas curpus estarão lá [no STF] de pessoas que não querem comparecer à CPMI”, considerou o senador Randolfe Rodrigues (PSOL- AP). Há uma interferência clara do Poder Judiciário no Legislativo”, considerou Rodrigues.
Com a ausência de Cachoeira, o presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), explicou sua decisão de negar acesso ao advogado de Cachoeira, Márcio Thomaz Bastos, aos documentos da CPMI no início deste mês. Ele alegou que a CPMI é fonte “secundária” das informações que foram concedidas pelo Supremo.
“Como o relator do processo no STF, ministro Ricardo Lewandovsky, havia negado acesso a esses documentos, eu não poderia conceder [o acesso]. O material constitui de cópia do Inquérito 3.430, justamente o que o STF negou acesso ao pedido do requerente. A CPMI é detentora secundária de informações sigilosas. Se o Judiciário denegou o pedido do requerente, não pode a CPMI conceder”, justificou o presidente da comissão.
Hoje, a CPMI também decidiu conceder acesso, aos advogados do empresário Carlinhos Cachoeira, aos documentos que estão em poder da comissão. O senador Pedro Taques (PDT-MT) defendeu ainda a necessidade de pedir ao ministro Celso de Mello que reconsidere a decisão de permitir que Cachoeira não comparece à comissão para depor. “Temos que indagar ao Supremo qual decisão devermos seguir”, questionou o senador Pedro Taques, referindo-se ao fato de Lewandovsky ter negado o acesso aos dados e também ao habeas corpus concedido por Celso de Mello. “Decisão judicial se cumpre, mas, nas democracias, se debate também”, destacou.
Agência Brasil

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de conceder habeas corpus ao empresário goiano Carlos Augusto de Almeida Ramos soou como interferência de Poderes na avaliação de deputados e senadores que integram a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira. Hoje (15), os integrantes da CPMI decidiram, de forma unânime, reconvocar o empresário para prestar depoimento na próxima terça-feira, dia 22.

O habeas corpus foi concedido ontem (14), em caráter liminar, pelo ministro Celso de Mello, e obrigou a comissão a suspender o depoimento do empresário conhecido como Carlinhos Cachoeira, que estava marcado para hoje.

“Essa decisão abre um precedente muito grave, caso o Supremo a confirme no julgamento do mérito. Ela desrespeita o poder da CPMI de investigar. Imaginem quantos pedidos de habeas curpus estarão lá [no STF] de pessoas que não querem comparecer à CPMI”, considerou o senador Randolfe Rodrigues (PSOL- AP). Há uma interferência clara do Poder Judiciário no Legislativo”, considerou Rodrigues.

Com a ausência de Cachoeira, o presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), explicou sua decisão de negar acesso ao advogado de Cachoeira, Márcio Thomaz Bastos, aos documentos da CPMI no início deste mês. Ele alegou que a CPMI é fonte “secundária” das informações que foram concedidas pelo Supremo.

“Como o relator do processo no STF, ministro Ricardo Lewandovsky, havia negado acesso a esses documentos, eu não poderia conceder [o acesso]. O material constitui de cópia do Inquérito 3.430, justamente o que o STF negou acesso ao pedido do requerente. A CPMI é detentora secundária de informações sigilosas. Se o Judiciário denegou o pedido do requerente, não pode a CPMI conceder”, justificou o presidente da comissão.

Hoje, a CPMI também decidiu conceder acesso, aos advogados do empresário Carlinhos Cachoeira, aos documentos que estão em poder da comissão. O senador Pedro Taques (PDT-MT) defendeu ainda a necessidade de pedir ao ministro Celso de Mello que reconsidere a decisão de permitir que Cachoeira não comparece à comissão para depor. “Temos que indagar ao Supremo qual decisão devermos seguir”, questionou o senador Pedro Taques, referindo-se ao fato de Lewandovsky ter negado o acesso aos dados e também ao habeas corpus concedido por Celso de Mello. “Decisão judicial se cumpre, mas, nas democracias, se debate também”, destacou.

Agência Brasil

Brizola Neto participa de reunião de ministros do G20

15 maio, 2012 às 15:38 por Fernando LOBO

Os ministros do Trabalho e Emprego dos países do G20 (as 20 maiores economias do mundo), entre eles o ministro Brizola Neto, se reúnem em Guadalajara, no México, nos dias 17 e 18 para definir uma estratégia comum de políticas de estímulo e incentivo para a geração de empregos de qualidade. O objetivo é conter os impactos da crise econômica internacional em todos os países.
O governo do presidente do México, Felipe Calderón, propôs analisar os programas em execução em cada país que estimulam o emprego de qualidade no setor formal, preservando direitos, segurança social e salários, principalmente para os jovens. A ideia é ampliar esses programas para o setor industrial como incentivo para a área.
De acordo com a equipe técnica mexicana, a abordagem nas discussões se baseia em três premissas: inovação, exploração de novas tecnologias de informação para facilitar a ligação entre a oferta e a procura de emprego e o fortalecimento das instituições de trabalho. Para os especialistas mexicanos, a formalização do mercado de trabalho é o principal pilar para o incentivo do setor.
As autoridades do México se preocupam ainda com o futuro profissional dos jovens. Pesquisas indicam que a dúvida na escolha da carreira deve ser considerada pelos governos dos países em busca de uma orientação adequada para os jovens.
Notimex

brizola_neto_posse no MTE

Os ministros do Trabalho e Emprego dos países do G20 (as 20 maiores economias do mundo), entre eles o ministro Brizola Neto, se reúnem em Guadalajara, no México, nos dias 17 e 18 para definir uma estratégia comum de políticas de estímulo e incentivo para a geração de empregos de qualidade. O objetivo é conter os impactos da crise econômica internacional em todos os países.

O governo do presidente do México, Felipe Calderón, propôs analisar os programas em execução em cada país que estimulam o emprego de qualidade no setor formal, preservando direitos, segurança social e salários, principalmente para os jovens. A ideia é ampliar esses programas para o setor industrial como incentivo para a área.

De acordo com a equipe técnica mexicana, a abordagem nas discussões se baseia em três premissas: inovação, exploração de novas tecnologias de informação para facilitar a ligação entre a oferta e a procura de emprego e o fortalecimento das instituições de trabalho. Para os especialistas mexicanos, a formalização do mercado de trabalho é o principal pilar para o incentivo do setor.

As autoridades do México se preocupam ainda com o futuro profissional dos jovens. Pesquisas indicam que a dúvida na escolha da carreira deve ser considerada pelos governos dos países em busca de uma orientação adequada para os jovens.

Notimex

Ministra Cármen Lúcia exalta liberdade de expressão durante conferência

15 maio, 2012 às 15:08 por Fernando LOBO

“Não existe eleição democrática sem liberdade absoluta de expressão”. A afirmação é da presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, que participou nesta terça-feira (15) da VII Conferência Legislativa sobre Liberdade de Expressão, promovida pela Câmara dos Deputados e pelo Instituto Palavra Aberta. O tema debatido nesta edição da conferência é “Como a legislação eleitoral afeta a liberdade de expressão”.
Nesse sentido, a ministra afirmou que “não há a menor possibilidade de se ter eleições livres sem que a imprensa atue de maneira igualmente livre”. Ela destacou que a Constituição Federal de 1988 garantiu de maneira inédita o direito de informar, de ser informado, de abrir todas as informações para que haja visibilidade de tudo o que se passa, especialmente nos espaços de exercício de poder.
Por essa razão, a ministra afirmou que o TSE defende que as eleições se façam nos termos do que é garantido na Constituição Federal, com cidadania, para que haja a possibilidade de que todos os cidadãos tenham as informações necessárias para que possam construir a sua condição política de partícipe e parte do processo político da sua cidade. “Liberdade é um pressuposto necessário para o exercício dos direitos porque sem liberdade não há direitos”, afirmou.
Desafio
Em relação ao uso das novas mídias sociais e da internet nas campanhas eleitorais, a presidente do TSE afirmou que esse é um dos maiores desafios que enfrentará durante as Eleições 2012. Isso porque a legislação acerca dessas novas mídias ainda precisa ser aperfeiçoada, bem como a jurisdição eleitoral sobre o tema.
Nesse sentido, ela lembrou que o papel da Justiça Eleitoral é interpretar as leis e que esse é um “processo de construção jurisprudencial para que a legislação seja aplicada de acordo com a finalidade que foi por ela buscada, ou seja, garantir cada vez mais informações claras, informações amplas e que possam ser dadas a todos os cidadãos que queiram participar”.
Segundo a ministra, “a Justiça Eleitoral não tem que entrar na questão a não ser naquilo que foi judicializado, para dar cumprimento à Constituição e à lei no sentido de que as eleições tenham lisura, tranquilidade, eficiência, e legitimidade”.
Ela lembrou ainda que o dever da Justiça Eleitoral é fazer com que excessos, abusos de poder econômico ou político, fraudes ou qualquer forma de corrupção recebam todo o rigor para que não aconteçam.
A ministra finalizou ao dizer que essa é a única forma de atuação do TSE e que o Tribunal não vai judicializar campanhas eleitorais. “Ao cidadão, a palavra para que ele diga o que quer e isso será respeitado. Cidadania se exerce com liberdade de expressão”, asseverou.
TSE

Ministra Carmen Lúcia exalta liberdade de expressão

“Não existe eleição democrática sem liberdade absoluta de expressão”. A afirmação é da presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, que participou nesta terça-feira (15) da VII Conferência Legislativa sobre Liberdade de Expressão, promovida pela Câmara dos Deputados e pelo Instituto Palavra Aberta. O tema debatido nesta edição da conferência é “Como a legislação eleitoral afeta a liberdade de expressão”.

Nesse sentido, a ministra afirmou que “não há a menor possibilidade de se ter eleições livres sem que a imprensa atue de maneira igualmente livre”. Ela destacou que a Constituição Federal de 1988 garantiu de maneira inédita o direito de informar, de ser informado, de abrir todas as informações para que haja visibilidade de tudo o que se passa, especialmente nos espaços de exercício de poder.

Por essa razão, a ministra afirmou que o TSE defende que as eleições se façam nos termos do que é garantido na Constituição Federal, com cidadania, para que haja a possibilidade de que todos os cidadãos tenham as informações necessárias para que possam construir a sua condição política de partícipe e parte do processo político da sua cidade. “Liberdade é um pressuposto necessário para o exercício dos direitos porque sem liberdade não há direitos”, afirmou.

Desafio

Em relação ao uso das novas mídias sociais e da internet nas campanhas eleitorais, a presidente do TSE afirmou que esse é um dos maiores desafios que enfrentará durante as Eleições 2012. Isso porque a legislação acerca dessas novas mídias ainda precisa ser aperfeiçoada, bem como a jurisdição eleitoral sobre o tema.

Nesse sentido, ela lembrou que o papel da Justiça Eleitoral é interpretar as leis e que esse é um “processo de construção jurisprudencial para que a legislação seja aplicada de acordo com a finalidade que foi por ela buscada, ou seja, garantir cada vez mais informações claras, informações amplas e que possam ser dadas a todos os cidadãos que queiram participar”.

Segundo a ministra, “a Justiça Eleitoral não tem que entrar na questão a não ser naquilo que foi judicializado, para dar cumprimento à Constituição e à lei no sentido de que as eleições tenham lisura, tranquilidade, eficiência, e legitimidade”.

Ela lembrou ainda que o dever da Justiça Eleitoral é fazer com que excessos, abusos de poder econômico ou político, fraudes ou qualquer forma de corrupção recebam todo o rigor para que não aconteçam.

A ministra finalizou ao dizer que essa é a única forma de atuação do TSE e que o Tribunal não vai judicializar campanhas eleitorais. “Ao cidadão, a palavra para que ele diga o que quer e isso será respeitado. Cidadania se exerce com liberdade de expressão”, asseverou.

TSE

Nova presidente do Conjuve defende política efetiva para jovem

15 maio, 2012 às 14:29 por Fernando LOBO

Consolidar e normatizar direitos dos jovens brasileiros e tornar as políticas de juventude uma questão de Estado – e não mais à mercê da boa vontade de governos. Estas serão algumas das prioridades da gestão da nova presidente do Conselho Nacional da Juventude (Conjuve), Ângela Guimarães. Mulher, negra e nordestina, ela tomou posse na semana passada, avançando mais um degrau na sua trajetória marcada pela atuação não só na área de juventude, como também na luta antirracista.
Em um país em que cerca de 50 mil jovens são mortos de forma violenta por ano – a maioria negros – e no qual o desemprego entre jovens é cerca de três vezes maior que no restante da população, Ângela pretende trabalhar para enfrentar essa realidade. Para isso, afirma que será necessária muita articulação, pressão e mobilização.
Criado em 2005, o Conjuve é responsável por “formular e propor diretrizes voltadas para as políticas públicas de juventude, desenvolver estudos e pesquisas sobre a realidade socioeconômica dos jovens e promover o intercâmbio entre as organizações juvenis nacionais e internacionais”.
Segundo Ângela, trata-se do “guardião” das resoluções aprovadas na Conferência Nacional de Juventude, cuja última edição aconteceu em dezembro de 2011. “O Conselho tem o grande desafio de fazer essas propostas virarem realidade”, conta.
Nesta entrevista ao Vermelho, ela fala da necessidade de aprovar o Estatuto da Juventude e, em seguida, o Plano Nacional de Juventude. Ambos tramitam no Congresso Nacional há anos. As duas matérias, quando aprovadas, serão mais um passo para institucionalizar as políticas para juventude.
Até 2005, quando foi criado não só o Conselho, mas também a Secretaria Nacional de Juventude e o Projovem, a juventude era vista, no Brasil, apenas como uma fase de transição entre a adolescência e a vida adulta. Em função do Estatuto da Criança e do Adolescente, as políticas públicas contemplavam pessoas até 18 anos. A partir dessa idade, todos passavam a integrar o grupo de adultos, sendo incluídos nas políticas universais, sem qualquer reconhecimento às suas particularidades.
Ângela, que é baiana, é militante do PCdoB naquele Estado e já integrava o Conjuve desde 2007. Até 2010, ela fazia parte do conselho como representante da sociedade civil. A partir do ano passado, passou a fazê-lo como membro do governo federal. Ela é secretária adjunta nacional da Juventude. Foi dirigente da União da Juventude Socialista (UJS) e da União de Negros pela Igualdade e coordenadora geral do DCE da Universidade Federal da Bahia (UFBA).
O atual presidente da Unegro, Edson França, saudou a escolha da nova presidente. “Para nós é super importante. Ângela é uma menina que ajudou a construir a Unegro, ela é dirigente, foi membro da executiva nacional. Bom seria que existissem mais Ângela. E melhor ainda se não precisássemos comemorar algo que é tão comum para os brancos”, declarou.
Confira abaixo a entrevista com Ângela:
Portal Vermelho: O que você aponta como principais conquistas da juventude, desde a criação do Conjuve, em 2005?
Ângela Guimarães: É importante valorizar estes seis anos de existência do Conselho, porque data deste período a institucionalização de uma política para a juventude. Ali foi dado o start para que o Estado começasse a tratar a juventude como prioridade, a pensar e executar ações de forma articulada. Hoje temos nos diversos ministérios algum tipo de política com recorte juvenil.
Desde a sua criação, o Conselho tem bandeiras concretas para garantir direitos da juventude. Em 2010, por exemplo, conseguimos incorporar a juventude na Constituição, através da Emenda Constitucional número 65. [A Emenda inseriu o termo "jovem" no capítulo dos Direitos e Garantias Fundamentais da Constituição, assegurando ao segmento direitos já garantidos constitucionalmente às crianças, adolescentes, idosos, indígenas e mulheres.]
Também conseguimos realizar dois grandes processos de participação popular, as duas Conferências Nacionais da Juventude, além de articular uma Rede Nacional de Conselhos de Juventude. Hoje, conseguimos dar visibilidade às demandas da juventude enquanto segmento importante e estratégico, que começa a ser tratado como sujeito de direitos e não só com aquelas políticas que viam o jovem como um problema social – como com política para droga, para violência –, que era uma marca comum até o passado recente.
Portal Vermelho: Você está assumindo agora, após a realização da 2ª Conferência. Que bandeiras foram defendidas lá e agora devem colocadas em prática?
Ângela: O conselho é o guardião das resoluções da Conferência. E o conjunto das propostas desta última Conferência demonstra duas coisas pelo menos. Uma é a afirmação da pauta juvenil, porque a gente envolveu um grande número de grupos, organizações e movimentos, então há uma pluralidade grande de segmentos representados.
A outra coisa que ficou clara é uma preocupação da juventude não só com o seu próprio destino – com seu acesso à educação, à cultura, ao esporte – mas a preocupação com os grandes problemas nacionais. Então saíram muito fortes dessa conferência as bandeiras pela democratização dos meios de comunicação, pelas reformas agrária e urbana, por uma educação que esteja a serviço do país, conectada com desafios do desenvolvimento local e regional. Então são resoluções que mostram que os jovens pensam a partir de suas próprias demandas, mas conseguem alargar suas bandeiras para o Brasil como um todo.
Portal Vermelho: Qual a importância de conseguir aprovar o Estatuto da Juventude?
Ângela: O Estatuto já foi aprovado na Câmara e na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Já foi comprovada a constitucionalidade e agora ele tramita em mais duas comissões. Vai para uma discussão mais de mérito, que é a briga boa que vamos ter aí com nossos senadores.
O Estatuto normatiza e regulamenta os direitos da juventude. Porque, até então, quando falamos que o jovem é sujeito de direitos, são quais direitos? Onde está escrito isso? Assim como aconteceu com o processo das crianças e adolescentes, que, a partir da aprovação do ECA, impulsionou a responsabilização do Estado, a mobilização da sociedade, a articulação para cobrar do Estado a concretização de direitos, para a juventude isso também é real.
O Estatuto fala, por exemplo, do direito dos jovens ao acesso à universidade. Porque o Brasil, apesar de ter dobrado a presença de jovens nas universidades nos últimos dez anos, ainda está bem abaixo, em comparação com outros países do continente. Então o Estatuto regulamenta direitos que não estão explícitos em outros lugares. E vem também para estabelecer os conselhos como espaço de articulação, interlocução e controle social para monitoramento das políticas.
Porque, até então, a gente vive da boa vontade do governante e da pressão política dos movimentos. Então há estados que têm conselho, outros não. Por que não todos? Porque ainda não é uma política de Estado, é uma política de governo. A principal vitória da aprovação do Estatuto será isso, transitar de política de governo, para a política de Estado. Assim como, num futuro próximo, também será a aprovação do Plano Nacional de Juventude.
Portal Vermelho: Em que pé está o Plano e o que ele significa para a juventude?
Ângela: O Plano existe e, assim como o Estatuto, tramita há sete anos no Congresso. Mas ainda não saiu da Câmara. Vai ser nosso próximo objetivo pós-Estatuto. O Plano estabelece os compromissos com o jovem – através de metas, responsáveis, orçamentos do Estado brasileiro. Ali você ataca as questões do acesso à educação de qualidade, do acesso à universidade, ao mundo do trabalho, às condições dignas de trabalho. São instrumentos fundamentais para amarrar as responsabilidades do Estado, independentemente do governante que esteja no poder.
Portal Vermelho: Você citou a questão do jovem no mercado de trabalho. Esta é uma preocupação que será trabalhada pelo Conselho?
Ângela: Tem outras duas pautas que eu queria chamar a atenção, que já vêm sendo tocadas pelo Conselho, mas adquirem agora um ar de maior prioridade. Uma delas diz respeito às políticas para o enfrentamento à violência, que atinge a juventude em grande magnitude e, principalmente, a juventude negra. Essa é uma bandeira dos movimentos, que vêm denunciando isso há quase 30 anos. Esta bandeira apareceu como prioridade número um da primeira conferência e também esteve forte da conferência do ano passado.
O próprio governo hoje já projeta um conjunto de ações articuladas que venham a atender essa demanda. Mas elas ainda estão em processo de preparação, para serem executadas a partir de agosto. E o Conselho deve entrar com bastante força aí. É uma questão urgente, um problema grave nacional. Não combina o Brasil desenvolvido em que a gente vive hoje, com esse alto contingente de morte, porque não estamos em guerra civil, nem em nada que o valha.
Além do impacto humano, há um impacto econômico também. Há perdas altíssimas para o desenvolvimento do país, porque o jovem está no seu melhor momento produtivo e de desenvolvimento intelectual. Então você está perdendo pessoas que estão deixando de contribuir com pesquisa, nas universidades, no mundo do trabalho.
Portal Vermelho: E qual é a outra pauta que você queria destacar?
Ângela: A outra é a implementação de uma agenda pelo trabalho decente para a juventude, que é muito preciosa para a gente, pelo simples fato de que vivemos no Brasil um nível de desenvolvimento que vem gerando cada vez mais oportunidade de emprego formal. Mas persiste a situação de precarização do trabalho do jovem, que é admitido com menores salários, maior grau de exploração de sua mão de obra e altas jornadas diárias de trabalho, que impossibilitam às vezes a continuidade dos estudos e um mínimo de tempo livre. Além do problema da alta rotatividade também. Se o mercado de trabalho tem algum refluxo, o primeiro a ser demitido é o jovem.
Estamos discutindo há tempos com o Ministério do Trabalho, e há esse compromisso do mais jovem ministro da Esplanada hoje, que é o Brizola Neto, de que essa seja um pauta prioritária dele também. Ele tornou público este compromisso na minha posse.
Portal Vermelho: Para levar adiante essa agenda será necessária a pressão da juventude?
Ângela: É preciso sim muita pressão, muita articulação, muitas campanhas. Estamos pensando em como fazer. Essa gestão tende a ser uma gestão bastante “campanhista”, como eu costumo dizer. A gente deve fazer muita campanha, pela aprovação do Estatuto, da Reforma Política, por exemplo, que foi outro tema que saiu como prioridade da Conferência.
Porque o jovem também está preocupado com os rumos da política no país. Por exemplo, com tantos segmentos sobrerrepresentados, por outro lado, o nosso Parlamento é o que tem o menor número de jovens, negros e mulheres, que são grupos expressivos da sociedade.
O Vermelho

Angela Conjuve 26946

Consolidar e normatizar direitos dos jovens brasileiros e tornar as políticas de juventude uma questão de Estado – e não mais à mercê da boa vontade de governos. Estas serão algumas das prioridades da gestão da nova presidente do Conselho Nacional da Juventude (Conjuve), Ângela Guimarães. Mulher, negra e nordestina, ela tomou posse na semana passada, avançando mais um degrau na sua trajetória marcada pela atuação não só na área de juventude, como também na luta antirracista.

Em um país em que cerca de 50 mil jovens são mortos de forma violenta por ano – a maioria negros – e no qual o desemprego entre jovens é cerca de três vezes maior que no restante da população, Ângela pretende trabalhar para enfrentar essa realidade. Para isso, afirma que será necessária muita articulação, pressão e mobilização.

Criado em 2005, o Conjuve é responsável por “formular e propor diretrizes voltadas para as políticas públicas de juventude, desenvolver estudos e pesquisas sobre a realidade socioeconômica dos jovens e promover o intercâmbio entre as organizações juvenis nacionais e internacionais”.

Segundo Ângela, trata-se do “guardião” das resoluções aprovadas na Conferência Nacional de Juventude, cuja última edição aconteceu em dezembro de 2011. “O Conselho tem o grande desafio de fazer essas propostas virarem realidade”, conta.

Nesta entrevista ao Vermelho, ela fala da necessidade de aprovar o Estatuto da Juventude e, em seguida, o Plano Nacional de Juventude. Ambos tramitam no Congresso Nacional há anos. As duas matérias, quando aprovadas, serão mais um passo para institucionalizar as políticas para juventude.

Até 2005, quando foi criado não só o Conselho, mas também a Secretaria Nacional de Juventude e o Projovem, a juventude era vista, no Brasil, apenas como uma fase de transição entre a adolescência e a vida adulta. Em função do Estatuto da Criança e do Adolescente, as políticas públicas contemplavam pessoas até 18 anos. A partir dessa idade, todos passavam a integrar o grupo de adultos, sendo incluídos nas políticas universais, sem qualquer reconhecimento às suas particularidades.

Ângela, que é baiana, é militante do PCdoB naquele Estado e já integrava o Conjuve desde 2007. Até 2010, ela fazia parte do conselho como representante da sociedade civil. A partir do ano passado, passou a fazê-lo como membro do governo federal. Ela é secretária adjunta nacional da Juventude. Foi dirigente da União da Juventude Socialista (UJS) e da União de Negros pela Igualdade e coordenadora geral do DCE da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

O atual presidente da Unegro, Edson França, saudou a escolha da nova presidente. “Para nós é super importante. Ângela é uma menina que ajudou a construir a Unegro, ela é dirigente, foi membro da executiva nacional. Bom seria que existissem mais Ângela. E melhor ainda se não precisássemos comemorar algo que é tão comum para os brancos”, declarou.

Confira abaixo a entrevista com Ângela:

Portal Vermelho: O que você aponta como principais conquistas da juventude, desde a criação do Conjuve, em 2005?

Ângela Guimarães: É importante valorizar estes seis anos de existência do Conselho, porque data deste período a institucionalização de uma política para a juventude. Ali foi dado o start para que o Estado começasse a tratar a juventude como prioridade, a pensar e executar ações de forma articulada. Hoje temos nos diversos ministérios algum tipo de política com recorte juvenil.

Desde a sua criação, o Conselho tem bandeiras concretas para garantir direitos da juventude. Em 2010, por exemplo, conseguimos incorporar a juventude na Constituição, através da Emenda Constitucional número 65. [A Emenda inseriu o termo "jovem" no capítulo dos Direitos e Garantias Fundamentais da Constituição, assegurando ao segmento direitos já garantidos constitucionalmente às crianças, adolescentes, idosos, indígenas e mulheres.]

Também conseguimos realizar dois grandes processos de participação popular, as duas Conferências Nacionais da Juventude, além de articular uma Rede Nacional de Conselhos de Juventude. Hoje, conseguimos dar visibilidade às demandas da juventude enquanto segmento importante e estratégico, que começa a ser tratado como sujeito de direitos e não só com aquelas políticas que viam o jovem como um problema social – como com política para droga, para violência –, que era uma marca comum até o passado recente.

Portal Vermelho: Você está assumindo agora, após a realização da 2ª Conferência. Que bandeiras foram defendidas lá e agora devem colocadas em prática?

Ângela: O conselho é o guardião das resoluções da Conferência. E o conjunto das propostas desta última Conferência demonstra duas coisas pelo menos. Uma é a afirmação da pauta juvenil, porque a gente envolveu um grande número de grupos, organizações e movimentos, então há uma pluralidade grande de segmentos representados.

A outra coisa que ficou clara é uma preocupação da juventude não só com o seu próprio destino – com seu acesso à educação, à cultura, ao esporte – mas a preocupação com os grandes problemas nacionais. Então saíram muito fortes dessa conferência as bandeiras pela democratização dos meios de comunicação, pelas reformas agrária e urbana, por uma educação que esteja a serviço do país, conectada com desafios do desenvolvimento local e regional. Então são resoluções que mostram que os jovens pensam a partir de suas próprias demandas, mas conseguem alargar suas bandeiras para o Brasil como um todo.

Portal Vermelho: Qual a importância de conseguir aprovar o Estatuto da Juventude?

Ângela: O Estatuto já foi aprovado na Câmara e na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Já foi comprovada a constitucionalidade e agora ele tramita em mais duas comissões. Vai para uma discussão mais de mérito, que é a briga boa que vamos ter aí com nossos senadores.

O Estatuto normatiza e regulamenta os direitos da juventude. Porque, até então, quando falamos que o jovem é sujeito de direitos, são quais direitos? Onde está escrito isso? Assim como aconteceu com o processo das crianças e adolescentes, que, a partir da aprovação do ECA, impulsionou a responsabilização do Estado, a mobilização da sociedade, a articulação para cobrar do Estado a concretização de direitos, para a juventude isso também é real.

O Estatuto fala, por exemplo, do direito dos jovens ao acesso à universidade. Porque o Brasil, apesar de ter dobrado a presença de jovens nas universidades nos últimos dez anos, ainda está bem abaixo, em comparação com outros países do continente. Então o Estatuto regulamenta direitos que não estão explícitos em outros lugares. E vem também para estabelecer os conselhos como espaço de articulação, interlocução e controle social para monitoramento das políticas.

Porque, até então, a gente vive da boa vontade do governante e da pressão política dos movimentos. Então há estados que têm conselho, outros não. Por que não todos? Porque ainda não é uma política de Estado, é uma política de governo. A principal vitória da aprovação do Estatuto será isso, transitar de política de governo, para a política de Estado. Assim como, num futuro próximo, também será a aprovação do Plano Nacional de Juventude.

Portal Vermelho: Em que pé está o Plano e o que ele significa para a juventude?

Ângela: O Plano existe e, assim como o Estatuto, tramita há sete anos no Congresso. Mas ainda não saiu da Câmara. Vai ser nosso próximo objetivo pós-Estatuto. O Plano estabelece os compromissos com o jovem – através de metas, responsáveis, orçamentos do Estado brasileiro. Ali você ataca as questões do acesso à educação de qualidade, do acesso à universidade, ao mundo do trabalho, às condições dignas de trabalho. São instrumentos fundamentais para amarrar as responsabilidades do Estado, independentemente do governante que esteja no poder.

Portal Vermelho: Você citou a questão do jovem no mercado de trabalho. Esta é uma preocupação que será trabalhada pelo Conselho?

Ângela: Tem outras duas pautas que eu queria chamar a atenção, que já vêm sendo tocadas pelo Conselho, mas adquirem agora um ar de maior prioridade. Uma delas diz respeito às políticas para o enfrentamento à violência, que atinge a juventude em grande magnitude e, principalmente, a juventude negra. Essa é uma bandeira dos movimentos, que vêm denunciando isso há quase 30 anos. Esta bandeira apareceu como prioridade número um da primeira conferência e também esteve forte da conferência do ano passado.

O próprio governo hoje já projeta um conjunto de ações articuladas que venham a atender essa demanda. Mas elas ainda estão em processo de preparação, para serem executadas a partir de agosto. E o Conselho deve entrar com bastante força aí. É uma questão urgente, um problema grave nacional. Não combina o Brasil desenvolvido em que a gente vive hoje, com esse alto contingente de morte, porque não estamos em guerra civil, nem em nada que o valha.

Além do impacto humano, há um impacto econômico também. Há perdas altíssimas para o desenvolvimento do país, porque o jovem está no seu melhor momento produtivo e de desenvolvimento intelectual. Então você está perdendo pessoas que estão deixando de contribuir com pesquisa, nas universidades, no mundo do trabalho.

Portal Vermelho: E qual é a outra pauta que você queria destacar?

Ângela: A outra é a implementação de uma agenda pelo trabalho decente para a juventude, que é muito preciosa para a gente, pelo simples fato de que vivemos no Brasil um nível de desenvolvimento que vem gerando cada vez mais oportunidade de emprego formal. Mas persiste a situação de precarização do trabalho do jovem, que é admitido com menores salários, maior grau de exploração de sua mão de obra e altas jornadas diárias de trabalho, que impossibilitam às vezes a continuidade dos estudos e um mínimo de tempo livre. Além do problema da alta rotatividade também. Se o mercado de trabalho tem algum refluxo, o primeiro a ser demitido é o jovem.

Estamos discutindo há tempos com o Ministério do Trabalho, e há esse compromisso do mais jovem ministro da Esplanada hoje, que é o Brizola Neto, de que essa seja um pauta prioritária dele também. Ele tornou público este compromisso na minha posse.

Portal Vermelho: Para levar adiante essa agenda será necessária a pressão da juventude?

Ângela: É preciso sim muita pressão, muita articulação, muitas campanhas. Estamos pensando em como fazer. Essa gestão tende a ser uma gestão bastante “campanhista”, como eu costumo dizer. A gente deve fazer muita campanha, pela aprovação do Estatuto, da Reforma Política, por exemplo, que foi outro tema que saiu como prioridade da Conferência.

Porque o jovem também está preocupado com os rumos da política no país. Por exemplo, com tantos segmentos sobrerrepresentados, por outro lado, o nosso Parlamento é o que tem o menor número de jovens, negros e mulheres, que são grupos expressivos da sociedade.

O Vermelho

Brizola Neto apóia Edna Agnolin para prefeituta de Palmas

15 maio, 2012 às 13:25 por Fernando LOBO

A vice-prefeita e pré-candidata à Prefeitura de Palmas, Edna Agnolin, reafirmou durante posse da Executiva metropolitana do partido, nesta sexta-feira, 11, que está disposta a enfrentar as eleições deste ano. “A cada dia que passa, sinto que estou no caminho certo. Nossa sigla está confiante e vamos à luta” exortou Edna. Em seu pronunciamento, Edna fez um balanço sobre os principais projetos que pautaram sua gestão na condição de vice-prefeita. Entre eles, o Polo de Confecções, o Sine Municipal, a Faculdade à R$99,00 e o ProJovem Trabalhador.
Aclamada por militantes, Edna pregou unidade entre os partidos da base do prefeito Raul Filho (PT) e reafirmou que a relação com os demais partidos está favorável para que se forme um grupo coeso e vitorioso nas eleições deste ano. “Estamos afinados , conversando e esse diálogo é extremamente positivo para se chegar a um consenso. É nesse cenário, que o PDT está colocando meu nome e, se o povo quiser, vou enfrentar com muita garra esse desafio” afirmou.
Presente na solenidade, o deputado estadual Wanderley Barbosa também defendeu unidade entre partidos. Ele destacou que a união entre PPS, PP, PMDB, PCdoB e PDT podem elevar o nível do debate nas eleições. “Juntos, estaremos criando a maior força política que Palmas já viu” disse o deputado. O deputado estadual Eli Borges reiterou a defesa por unidade, e disse que está disposto a trabalhar para que o grupo possa apresentar o melhor nome.
Já o deputado federal e presidente regional da sigla, Ângelo Agnolin, disse ter segurança que o maior expoente para enfrentar a urnas em outubro é Edna Agnolin. “Ela sem dúvida é a candidata mais competitiva, tem história, projetos e se firma como uma mulher que sabe trabalhar” disse.
Brizola Neto
Por não poder comparecer à solenidade, o ministro do trabalho e emprego, Brizola Neto enviou mensagem por meio de um vídeo que foi apresentado ao público. Ele reiterou apoio a pré-candidatura da vice-prefeita e disse conhecer os projetos que lidera. “Palmas tem muito a ganhar com Edna Agnolin. Ela tem experiência e sabe trabalhar” disse, Brizola Neto.
Presenças
A solenidade também contou com a presença da deputada estadual Josi Nunes (PMDB) e do deputado federal Laurez Moreira (PSB), além de pré-candidatos a vereadores pela sigla.
O Girassol

Edna Agnolin em Palmas - TO - 318b82d773

A vice-prefeita e pré-candidata à Prefeitura de Palmas, Edna Agnolin, reafirmou durante posse da Executiva metropolitana do partido, na sexta-feira, 11, que está disposta a enfrentar as eleições deste ano. “A cada dia que passa, sinto que estou no caminho certo. Nossa sigla está confiante e vamos à luta” exortou Edna. Em seu pronunciamento, Edna fez um balanço sobre os principais projetos que pautaram sua gestão na condição de vice-prefeita. Entre eles, o Polo de Confecções, o Sine Municipal, a Faculdade à R$99,00 e o ProJovem Trabalhador.

Aclamada por militantes, Edna pregou unidade entre os partidos da base do prefeito Raul Filho (PT) e reafirmou que a relação com os demais partidos está favorável para que se forme um grupo coeso e vitorioso nas eleições deste ano. “Estamos afinados , conversando e esse diálogo é extremamente positivo para se chegar a um consenso. É nesse cenário, que o PDT está colocando meu nome e, se o povo quiser, vou enfrentar com muita garra esse desafio” afirmou.

Presente na solenidade, o deputado estadual Wanderley Barbosa também defendeu unidade entre partidos. Ele destacou que a união entre PPS, PP, PMDB, PCdoB e PDT podem elevar o nível do debate nas eleições. “Juntos, estaremos criando a maior força política que Palmas já viu” disse o deputado. O deputado estadual Eli Borges reiterou a defesa por unidade, e disse que está disposto a trabalhar para que o grupo possa apresentar o melhor nome.

Já o deputado federal e presidente regional da sigla, Ângelo Agnolin, disse ter segurança que o maior expoente para enfrentar a urnas em outubro é Edna Agnolin. “Ela sem dúvida é a candidata mais competitiva, tem história, projetos e se firma como uma mulher que sabe trabalhar” disse.

Brizola Neto

Por não poder comparecer à solenidade, o ministro do trabalho e emprego, Brizola Neto enviou mensagem por meio de um vídeo que foi apresentado ao público. Ele reiterou apoio a pré-candidatura da vice-prefeita e disse conhecer os projetos que lidera. “Palmas tem muito a ganhar com Edna Agnolin. Ela tem experiência e sabe trabalhar” disse, Brizola Neto.

Presenças

A solenidade também contou com a presença da deputada estadual Josi Nunes (PMDB) e do deputado federal Laurez Moreira (PSB), além de pré-candidatos a vereadores pela sigla.

O Girassol

Procuradora se manifesta a favor da perda de mandato de Gabriel Chalita por infidelidade partidária

15 maio, 2012 às 12:35 por Fernando LOBO

A vice-procuradora-geral Eleitoral, Sandra Cureau, deu parecer favorável à ação movida por Marco Aurélio Ubiali, primeiro suplente de deputado federal pelo PSB por São Paulo, que solicita a decretação da perda de mandato do deputado federal Gabriel Chalita (PDMB-SP) por infidelidade partidária.
A vice-procuradora-geral encaminhou o parecer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Chalita foi eleito deputado federal pelo PSB em 2010, mas se desfiliou do partido, sem apresentar a devida justa causa, e entrou no PMDB para concorrer à prefeitura de São Paulo na eleição de 2012.
Na ação, Ubiali sustenta ainda que Gabriel Chalita desrespeitou dispositivos do Artigo 45 da Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9.096/95). Isto porque, segundo ele, Chalita participou, ainda filiado ao PSB, de propaganda político-partidária do PMDB, fazendo inclusive “apologia” à legenda.
Em sua defesa, deputado alega que seu extraordinário apoio eleitoral ajudou a coligação da qual fez parte a obter outras cadeiras. Segundo ele, “a fidelidade partidária não deve se aplicar aos candidatos cuja votação foi superior ao quociente eleitoral”.
Chalita também argumentou ter sofrido grave discriminação pessoal pelo PSB. Segundo ele, o partido prometeu apoiar sua candidatura ao Senado em 2010, mas não cumpriu o acordo, pois o PSB preferiu lançar uma candidatura própria ao governo, inviabilizando a aliança com o PT. Chalita também alegou que, ao se eleger deputado federal, não foi escolhido para ocupar a liderança do PSB na Câmara e sequer foi indicado para presidir a comissão que cabia ao partido.
No entanto, Sandra Cureau, não considera os fatos citados por Chalita como discriminação pessoal. Para ela, os elementos presentes nos autos permitem inferir que o desligamento do Chalita do PSB atendeu, em verdade, a motivações de ordem pessoal, ligadas às suas próprias aspirações políticas e não à existência de grave discriminação pessoal.
“O fato de o recorrido não ter sido agraciado com posições que considera de destaque decorre da existência de disputas políticas normais no ambiente partidário, principalmente considerando que o partido em questão possui uma bancada de 29 deputados federais em exercício”, disse Sandra Cureau.
Agência Brasil

Chalita

A vice-procuradora-geral Eleitoral, Sandra Cureau, deu parecer favorável à ação movida por Marco Aurélio Ubiali, primeiro suplente de deputado federal pelo PSB por São Paulo, que solicita a decretação da perda de mandato do deputado federal Gabriel Chalita (PDMB-SP) por infidelidade partidária.

A vice-procuradora-geral encaminhou o parecer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Chalita foi eleito deputado federal pelo PSB em 2010, mas se desfiliou do partido, sem apresentar a devida justa causa, e entrou no PMDB para concorrer à prefeitura de São Paulo na eleição de 2012.

Na ação, Ubiali sustenta ainda que Gabriel Chalita desrespeitou dispositivos do Artigo 45 da Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9.096/95). Isto porque, segundo ele, Chalita participou, ainda filiado ao PSB, de propaganda político-partidária do PMDB, fazendo inclusive “apologia” à legenda.

Em sua defesa, deputado alega que seu extraordinário apoio eleitoral ajudou a coligação da qual fez parte a obter outras cadeiras. Segundo ele, “a fidelidade partidária não deve se aplicar aos candidatos cuja votação foi superior ao quociente eleitoral”.

Chalita também argumentou ter sofrido grave discriminação pessoal pelo PSB. Segundo ele, o partido prometeu apoiar sua candidatura ao Senado em 2010, mas não cumpriu o acordo, pois o PSB preferiu lançar uma candidatura própria ao governo, inviabilizando a aliança com o PT. Chalita também alegou que, ao se eleger deputado federal, não foi escolhido para ocupar a liderança do PSB na Câmara e sequer foi indicado para presidir a comissão que cabia ao partido.

No entanto, Sandra Cureau, não considera os fatos citados por Chalita como discriminação pessoal. Para ela, os elementos presentes nos autos permitem inferir que o desligamento do Chalita do PSB atendeu, em verdade, a motivações de ordem pessoal, ligadas às suas próprias aspirações políticas e não à existência de grave discriminação pessoal.

“O fato de o recorrido não ter sido agraciado com posições que considera de destaque decorre da existência de disputas políticas normais no ambiente partidário, principalmente considerando que o partido em questão possui uma bancada de 29 deputados federais em exercício”, disse Sandra Cureau.

Agência Brasil

Cidade do Rio de Janeiro terá 20% das vagas em concursos públicos reservadas para negros e índios

15 maio, 2012 às 12:10 por Fernando LOBO

A cidade do Rio de Janeiro vai reservar 20% das vagas oferecidas em concursos públicos para negros e índios. O projeto de Lei 1.081-A/2011 foi sancionado hoje (14) pelo prefeito da cidade, Eduardo Paes.
O projeto prevê que os próximos editais de concursos públicos para o preenchimento de vagas para cargos efetivos do Poder Executivo e das entidades da administração indireta em diferentes setores do município, deverão disponibilizar esse percentual de vagas para essas duas etnias. A medida vale somente para editais de concursos que serão lançados após a sanção da lei, que terá um prazo de validade de dez anos a partir de sua publicação.
De acordo com a lei, a reserva de vagas deverá constar em todos o concursos públicos feitos pela prefeitura do Rio, onde caberá a entidade responsável fornecer aos candidatos as regras gerais estabelecidas no edital, assim como fazer constar todas as informações necessárias para os candidatos interessados. Para ter direito ao benefício, caberá ao candidato informar se é negro ou índio no ato da inscrição.
Para Eduardo Paes, a partir da criação da Lei de Cotas, as oportunidades serão igualadas. Segundo ele, sua sanção representa a superação de um atraso, já que em algumas cidades do país essa lei já está em vigor.
“Essa lei passa a valer imediatamente para os próximos concursos da prefeitura, igualando as oportunidades. Estamos fazendo com atraso, uma coisa para a gente ter vergonha. Que bom que a gente supera esse atraso histórico”.
O projeto prevê ainda que caso o número de vagas reservado para essas duas etnias não seja preenchido, as oportunidades serão redistribuídas para os candidatos não cotistas, observando a ordem de classificação. A secretaria municipal de Assistência Social ficará responsável pelo envio de relatórios do resultado dos concursos a cada dois anos. Esses documentos serão analisados pelo prefeito, que poderá ou não prorrogar a validade da lei.
A deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) ressaltou que a medida servirá como estímulo para outros municípios do Rio de Janeiro. Para ela, o sistema de cotas para os serviços públicos não apenas estimulará esses candidatos, como também garantirá uma igualdade de oportunidades para a população negra e indígena.
“Eu acho que é uma medida que não só vai estimular outros municípios como também essa cobertura para que haja igualdade de oportunidades deu um grande passo para a cidade do Rio. Na medida em que a política de cotas chega, ela chega também com qualidade, porque os negros e índios que disputarão essas vagas, têm apenas um percentual garantido, mas eles têm que fazer tanto quando os demais candidatos”.
Agência Brasil

A cidade do Rio de Janeiro vai reservar 20% das vagas oferecidas em concursos públicos para negros e índios. O projeto de Lei 1.081-A/2011 foi sancionado hoje (14) pelo prefeito da cidade, Eduardo Paes.

O projeto prevê que os próximos editais de concursos públicos para o preenchimento de vagas para cargos efetivos do Poder Executivo e das entidades da administração indireta em diferentes setores do município, deverão disponibilizar esse percentual de vagas para essas duas etnias. A medida vale somente para editais de concursos que serão lançados após a sanção da lei, que terá um prazo de validade de dez anos a partir de sua publicação.

De acordo com a lei, a reserva de vagas deverá constar em todos o concursos públicos feitos pela prefeitura do Rio, onde caberá a entidade responsável fornecer aos candidatos as regras gerais estabelecidas no edital, assim como fazer constar todas as informações necessárias para os candidatos interessados. Para ter direito ao benefício, caberá ao candidato informar se é negro ou índio no ato da inscrição.

Para Eduardo Paes, a partir da criação da Lei de Cotas, as oportunidades serão igualadas. Segundo ele, sua sanção representa a superação de um atraso, já que em algumas cidades do país essa lei já está em vigor.

“Essa lei passa a valer imediatamente para os próximos concursos da prefeitura, igualando as oportunidades. Estamos fazendo com atraso, uma coisa para a gente ter vergonha. Que bom que a gente supera esse atraso histórico”.

O projeto prevê ainda que caso o número de vagas reservado para essas duas etnias não seja preenchido, as oportunidades serão redistribuídas para os candidatos não cotistas, observando a ordem de classificação. A secretaria municipal de Assistência Social ficará responsável pelo envio de relatórios do resultado dos concursos a cada dois anos. Esses documentos serão analisados pelo prefeito, que poderá ou não prorrogar a validade da lei.

A deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) ressaltou que a medida servirá como estímulo para outros municípios do Rio de Janeiro. Para ela, o sistema de cotas para os serviços públicos não apenas estimulará esses candidatos, como também garantirá uma igualdade de oportunidades para a população negra e indígena.

“Eu acho que é uma medida que não só vai estimular outros municípios como também essa cobertura para que haja igualdade de oportunidades deu um grande passo para a cidade do Rio. Na medida em que a política de cotas chega, ela chega também com qualidade, porque os negros e índios que disputarão essas vagas, têm apenas um percentual garantido, mas eles têm que fazer tanto quando os demais candidatos”.

Agência Brasil

STF concede liminar e adia depoimento de Cachoeira na CPMI

15 maio, 2012 às 11:17 por Fernando LOBO

O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu, nesta segunda-feira (14), liminar que adia depoimento na comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) do empresário e contraventor goiano Carlos Augusto Ramos, marcado para esta terça-feira (15). O parecer foi do ministro Celso de Mello.
Na opinião do ministro, o depoimento fica suspenso até o julgamento do mérito do pedido.
Apresentado os argumentos dos advogados, Mello justificou que a defesa de Cachoeira ainda não teria tido acesso a todos os documentos nos quais se basearia o interrogatório, entre eles as provas colhidas nas operações Vegas e Monte Carlo da Polícia Federal.
Em declaração à imprensa, o ministro justificou que a jurisprudência do STF garante ao acusado o direito de ter acesso a todas as provas produzidas contra ele, ainda que sigilosas, desde que façam parte dos autos do inquérito. “A investigação parlamentar, por mais graves que sejam os fatos pesquisados pela comissão parlamentar de inquérito (CPI), não pode se desviar dos limites traçados pela Constituição nem transgredir garantias”, ressaltou.
De acordo com texto da petição apresentada pelos advogados do contraventor, “para decidir se fala ou se cala, ele precisa antes saber o que há a seu respeito”. Os advogados prosseguem alegando que “caso decida silenciar, [Cachoeira] perderá valiosa oportunidade, não só de desconstruir as suspeitas que pesam sobre seus ombros, mas, também, de esclarecer fatos que tanto rumor têm causado”.
Além de não se pronunciar em definitivo sobre o acesso aos documentos, a decisão do STF não valerá para a convocação de Cachoeira para depor no Conselho de Ética do Senado, o que está programado para ocorrer no próximo dia 23.
Equívoco
O relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, deputado Odair Cunha (PT-MG) considerou a decisão do STF “equivocada”.
“Nós respeitamos a decisão, no entanto discordamos, pois, em nenhum momento houve cerceamento da defesa”, disse o relator.
Em entrevista à imprensa, Cunha informou que tentará ouvir nesta terça-feira (15) os depoimentos dos procuradores Daniel de Resende Salgado e Léa Batista de Oliveira.
Caso não se consiga preparar a tempo o depoimento dos procuradores, o presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), poderá ainda optar por antecipar a reunião administrativa para votar cerca de 200 requerimentos que aguardam apreciação do STF. Essa reunião estava marcada para a próxima quinta-feira (17).
Entre os requerimentos há os pedidos de convocação de governadores, do Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel e da mulher dele, a subprocurdora Cláudia Sampaio, além da quebra de sigilos bancário, fiscal e telefônico da empresa Delta Construções e do dono da empresa, Fernando Cavendish.
Agência Brasil

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O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu, nesta segunda-feira (14), liminar que adia depoimento na comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) do empresário e contraventor goiano Carlos Augusto Ramos, marcado para esta terça-feira (15). O parecer foi do ministro Celso de Mello.

Na opinião do ministro, o depoimento fica suspenso até o julgamento do mérito do pedido.

Apresentado os argumentos dos advogados, Mello justificou que a defesa de Cachoeira ainda não teria tido acesso a todos os documentos nos quais se basearia o interrogatório, entre eles as provas colhidas nas operações Vegas e Monte Carlo da Polícia Federal.

Em declaração à imprensa, o ministro justificou que a jurisprudência do STF garante ao acusado o direito de ter acesso a todas as provas produzidas contra ele, ainda que sigilosas, desde que façam parte dos autos do inquérito. “A investigação parlamentar, por mais graves que sejam os fatos pesquisados pela comissão parlamentar de inquérito (CPI), não pode se desviar dos limites traçados pela Constituição nem transgredir garantias”, ressaltou.

De acordo com texto da petição apresentada pelos advogados do contraventor, “para decidir se fala ou se cala, ele precisa antes saber o que há a seu respeito”. Os advogados prosseguem alegando que “caso decida silenciar, [Cachoeira] perderá valiosa oportunidade, não só de desconstruir as suspeitas que pesam sobre seus ombros, mas, também, de esclarecer fatos que tanto rumor têm causado”.

Além de não se pronunciar em definitivo sobre o acesso aos documentos, a decisão do STF não valerá para a convocação de Cachoeira para depor no Conselho de Ética do Senado, o que está programado para ocorrer no próximo dia 23.

Equívoco

O relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, deputado Odair Cunha (PT-MG) considerou a decisão do STF “equivocada”.

“Nós respeitamos a decisão, no entanto discordamos, pois, em nenhum momento houve cerceamento da defesa”, disse o relator.

Em entrevista à imprensa, Cunha informou que tentará ouvir nesta terça-feira (15) os depoimentos dos procuradores Daniel de Resende Salgado e Léa Batista de Oliveira.

Caso não se consiga preparar a tempo o depoimento dos procuradores, o presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), poderá ainda optar por antecipar a reunião administrativa para votar cerca de 200 requerimentos que aguardam apreciação do STF. Essa reunião estava marcada para a próxima quinta-feira (17).

Entre os requerimentos há os pedidos de convocação de governadores, do Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel e da mulher dele, a subprocurdora Cláudia Sampaio, além da quebra de sigilos bancário, fiscal e telefônico da empresa Delta Construções e do dono da empresa, Fernando Cavendish.

Agência Brasil

Vamos mudar o SEPE. Vote na Chapa 2 – Oposição por um SEPE de Vitórias

15 maio, 2012 às 10:46 por Fernando LOBO

Ato reúne as principais lideranças dos profissionais de educação do país

Sepe Chapa 2

Os dirigentes do CNTE, Sinpro, CUT-RJ e CTB estavam presentes manifestando seu apoio à chapa, entre outroas lideranças sindicais de várias categorias

Embora fosse sábado, dia de agenda cheia para qualquer chefe de família que trabalha de segunda a sexta-feira, faltou lugar para acomodar tantos professores e funcionários de escolas municipais e estaduais, lideranças e dirigentes sindicais que compareceram ao ato político de lançamento da Chapa 2 Oposição por um SEPE de Vitórias, no dia 5 de maio, realizado no auditório do Sindicato dos Metroviários do Rio de Janeiro, no centro da Cidade.

Dezenas de profissionais de educação vieram do interior do Estado do Rio de Janeiro para o evento, entre eles muitos aposentados. O clima de otimismo em relação às perspectivas de mudanças nos rumos da condução das lutas da categoria pelo seu Sindicato foi também marcado por momentos de pura emoção, patrocinados pelos reencontros de combativos companheiros de lutas históricas encabeçadas pelo SEPE de outrora.

Para virar esse jogo

Em nome dos 48 componentes da chapa falaram os candidatos à coordenação-geral do SEPE.

“A Chapa 2 Oposição por um SEPE de Vitórias é resultado da construção da unidade de um campo de oposição que é fundamental para dar uma virada no SEPE. Há 24 anos sou militante do Sindicato, mas a partir dessa unidade com certeza as nossas propostas irão fazer avançar a luta da categoria. Estamos começando a nossa arrancada para a vitória”, afirmou Cláudio Monteiro de Andrade, da Regional V.

“Esta eleição é um marco para a qualidade que queremos levar para o SEPE e, por isso, precisamos eleger o maior número possível de diretores para a entidade. Mas com certeza conseguiremos, pois estão aqui conosco militantes históricos da categoria”, registrou, emocionada, Sandra Maria de Melo Bertagnoni, de Barra do Pirai.

“Este campo político que compõe a Chapa 2 é responsável por muitos avanços para a categoria. A diretoria atual do SEPE faz discurso bonito mas não negocia com os governos para conseguir aumento salarial. Temos vergonha das nossas lideranças sindicais que não se impõem e ainda ficam caladas ao ouvir do prefeito que ele não reconhece o SEPE. Nós, da Chapa 2, temos trabalho de base, estamos dentro das escolas, e está na hora de mostrarmos, pra valer, do que somos capazes de fazer pelos profissionais de educação”, disse Dorotea Frota Santana, da Regional VI.

“O campo político que compõe a Chapa 2 é o mesmo que luta por um país mais justo. Agora nos unimos para ceifar o processo de implantação do projeto neoliberal na educação, que se expressa na mercantilização do ensino nas escolas. O retrocesso é brutal e, infelizmente, o SEPE afastado da categoria não tem capacidade para enfrentar essa situação. A Chapa 2 se propõe a aglutinar forças para encarar a atual realidade, e há grandes chances de sermos vitoriosos. Temos oito semanas para virar esse jogo”, apontou Marcio Franco Xavier Vieira, da Regional II.

CUT e CTB se manifestam

“O nosso SEPE precisa mudar e entendemos que a Chapa 2 pode fazer a diferença”, afirmou o presidente da CUT-RJ, Darby Igayara. “Hoje, em vez de luta, a entidade se utiliza da categoria para fazer politicagem. Entendemos que enfrentamentos devem existir em alguns momentos, mas o importante é manter o diálogo aberto para exigir dos poderes públicos os direitos dos trabalhadores e uma educação pública de qualidade para a população. E a educação deixa de ser prioridade quando os profissionais têm seu salário rebaixado e não constam da pauta de nenhum governo”, disse o dirigente cutista.
Maurício Ramos, presidente da CTB, afirmou que a Central apoia a Chapa 2 porque a luta pelos 10% do Produto |Interno Bruto (PIB) para a educação vai ajudar o país a se desenvolver ainda mais. Um investimento necessário para superar o nada feito para a educação pelos governos neoliberais. “A bandeira dos 10% é muito grande, assim como é a luta pela jornada de 30 horas para todos os trabalhadores brasileiros”, acrescentou Ramos.

Lideranças sindicais com a Chapa 2

O vice-presidente e a secretária-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Milton Canuto de Almeida e Marta Vanelli participaram do ato político da Chapa 2. Eles foram direto do aeroporto para o Sindicato dos Metroviários do Rio.

Para apoiar a Chapa 2, Milton Canuto disse que a CNTE tomou uma iniciativa inédita e com o apoio unânime da diretoria: mudou o estatuto que impedia a entidade de reconhecer oposições. “Saúdo a unidade das forças políticas que compõem a Chapa 2 e este momento histórico. Precisamos estar juntos para fortalecer o processo de unidade no magistério e de todos os trabalhadores na educação. Este é o nosso grande desafio para enfrentar a terceirização, fazer cumprir a lei do piso e todas as outras reivindicações da nossa categoria nacionalmente. E o desafio da Chapa 2 é reverter o quadro político do SEPE no Rio de Janeiro”, acentuou Canuto.

O presidente do Sinpro-Rio, Wanderley Quedo, considera a defesa da escola pública como uma bandeira de todos e a luta pela educação uma só. E, por isso, defende a construção de uma pauta única para a educação no Rio de Janeiro, onde problemas como salário aviltante, péssimas condições de trabalho, desrespeito aos profissionais, entre outros são comuns aos professores e funcionários nas redes públicas de ensino como na particular. E citou como exemplo a situação em muitas escolas de professores da educação infantil que recebem R$ 8 a hora/aula, ocupam as piores salas de aulas, sem sequer ventiladores, e nos fundos do prédio. “Esta chapa já é vitoriosa porque acredita na transformação do país e na existência de um momento histórico que não se pode deixar passar”, concluiu Quedo.

Em nome do Sindicato dos Metroviários do Rio a Chapa 2 e os presentes foram saudados pelo histórico militante Geraldo Cândido. Ele lembrou das grandes lutas travadas pelo SEPE, da greve memorável da categoria sob liderança da entidade, em plena ditadura militar, que resultou na prisão do líder do movimento professor Godofredo Pinto. “São fatos que mostram a conscientização dos profissionais da educação em lutar contra o autoritarismo; uma categoria que tem o reconhecimento da sociedade mas não dos governos”, enfatizou Cândido.

Partidos políticos no lançamento

O professor e deputado federal (PT), Alexandre Molon, justificou seu apoio à Chapa 2 por perceber que há possibilidade concreta de uma mudança necessária no SEPE para os profissionais de educação. O parlamentar recordou que, quando era deputado estadual, se deparou com reivindicações mal conduzidas, porque acima dos interesses da categoria e da luta pela educação a direção majoritária do SEPE priorizava a disputa política, eleitoral e partidária. “Essa atitude fere alunos, professores e funcionários, pois eles dependem da escola pública. Eles também são contra o Reuni e o Prouni, porque não querem que o povo estude nem em universidade pública e nem na particular. Que esquerda é essa?” – pergunta.
Molon aproveitou o espaço para manifestar sua indignação pela presença de soldados militares nas escolas. “É uma vergonha o governo estadual querer pôr PMs dentro das escolas públicas. Sala de aula é lugar de ideias, informações, grandes autores, lápis e livros”, disse.

Álvaro Bastos, professor e coordenador do PDT — um histórico militante desde a fundação do SEPE –, afirmou: “Estamos aqui para contribuir com as forças progressistas para construção de um sindicato de massa e a construção de um sindicato único – que reúna todos os profissionais de educação no estado, das redes públicas e particular”.

Muitos outras lideranças e professores ativos e aposentados manifestaram seu apoio à Chapa 2 Oposição por um SEPE de Vitórias. O ato foi encerrado com todos os presentes repetindo o velho slogan: “O SEPE somos nós, nossa força e nossa voz!”

Hackers invadem o Blog do LOBO

15 maio, 2012 às 10:46 por Fernando LOBO

Ontem (14), levei um grande susto quando fui atualizar o Blog. Ele estava fora do ar. Comuniquei ao provedor e a resposta veio hoje pela manhã. Hackers invadiram o Blog do LOBO.
Passado o susto, o Blog está sendo atualizado e até o final do dia, as informações estarão disponíveis para vocês.
Obrigado pela audiência, que não para de subir.
Pra cima deles!!!

Hackers invadem o Blog do LOBO

Ontem (14), levei um grande susto quando fui atualizar o Blog. Ele estava fora do ar. Comuniquei ao provedor o que estava acontecendo e a resposta veio hoje pela manhã. Hackers invadiram o Blog do LOBO.

Passado o susto, o Blog está sendo atualizado e até o final do dia as informações estarão disponíveis para vocês.

Pedimos desculpas pelo transtorno.

Obrigado pela audiência, que não para de subir.

Como diz meu amigo Wagner Montes, “Pra cima deles!!!”

FORA-DO-AR


Dilma lança Ação Brasil Carinhoso para tirar da miséria famílias que vivem na pobreza extrema

13 maio, 2012 às 23:46 por Fernando LOBO

A presidenta Dilma Rousseff acaba de anunciar na noite deste domingo (13), em seu pronunciamento do Dia das Mães em cadeia nacional de TV e rádio, o lançamento da Ação Brasil Carinhoso. Segundo a presidenta, o programa vai tirar da miséria absoluta todas as famílias brasileiras que tenham crianças com até 6 anos de idade.
“O Brasil Carinhoso faz parte do grande Programa Brasil sem Miséria, que estamos desenvolvendo com sucesso em todo o território nacional. Será a mais importante ação de combate à pobreza absoluta na primeira infância já lançada no nosso país”, disse.
O primeiro eixo do programa, que deve beneficiar cerca de 4 milhões de famílias, vai garantir uma renda mínima de R$ 70 a cada membro das famílias extremamente pobres que tenham pelo menos uma criança nessa faixa etária, sendo um reforço ao Bolsa Família. Os outros dois eixos são o aumento do acessos dessas crianças à creche e a ampliação da cobertura dos programas de saúde para elas.
Dilma ressaltou que a principal bandeira do seu governo é acabar com a miséria absoluta no país e que, historicamente, a faixa de idade na qual o país tem mais dificuldade em reduzir a pobreza é a de crianças de até seis anos. Além de estar concentrada entre os jovens, a presidenta observou que a pobreza absoluta atinge principalmente as regiões Norte e Nordeste, onde vivem 78% dessas crianças.
“Por essas razões, o Brasil Carinhoso, mesmo sendo uma ação nacional, vai olhar com a máxima atenção para as crianças dessas duas regiões mais pobres do país”, destacou Dilma, explicando que, assim como outros programas do Brasil sem Miséria, será uma parceria do governo federal com os governos estaduais e municipais.
Em relação ao terceiro eixo do programa Brasil Carinhoso, Dilma disse que, além de ampliar a cobertura dos dos atuais programas de saúde, será lançado um amplo programa de controle da anemia e deficiência de vitamina A e disponibilizado gratuitamente, em unidades de farmácia popular, remédios contra a asma.
Antes de anunciar o novo programa, Dilma disse que devia ser a primeira vez que um presidente fazia um pronunciamento no Dia das Mãe e, no caso, uma presidenta, “que é uma mulher, que é filha, mãe e avó”. Ela deixou um abraço a todas as mães brasileiras, “em especial às que mais sofrem”.
Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff acaba de anunciar na noite deste domingo (13), em seu pronunciamento do Dia das Mães em cadeia nacional de TV e rádio, o lançamento da Ação Brasil Carinhoso. Segundo a presidenta, o programa vai tirar da miséria absoluta todas as famílias brasileiras que tenham crianças com até 6 anos de idade.

“O Brasil Carinhoso faz parte do grande Programa Brasil sem Miséria, que estamos desenvolvendo com sucesso em todo o território nacional. Será a mais importante ação de combate à pobreza absoluta na primeira infância já lançada no nosso país”, disse.

O primeiro eixo do programa, que deve beneficiar cerca de 4 milhões de famílias, vai garantir uma renda mínima de R$ 70 a cada membro das famílias extremamente pobres que tenham pelo menos uma criança nessa faixa etária, sendo um reforço ao Bolsa Família. Os outros dois eixos são o aumento do acessos dessas crianças à creche e a ampliação da cobertura dos programas de saúde para elas.

Dilma ressaltou que a principal bandeira do seu governo é acabar com a miséria absoluta no país e que, historicamente, a faixa de idade na qual o país tem mais dificuldade em reduzir a pobreza é a de crianças de até seis anos. Além de estar concentrada entre os jovens, a presidenta observou que a pobreza absoluta atinge principalmente as regiões Norte e Nordeste, onde vivem 78% dessas crianças.

“Por essas razões, o Brasil Carinhoso, mesmo sendo uma ação nacional, vai olhar com a máxima atenção para as crianças dessas duas regiões mais pobres do país”, destacou Dilma, explicando que, assim como outros programas do Brasil sem Miséria, será uma parceria do governo federal com os governos estaduais e municipais.

Em relação ao terceiro eixo do programa Brasil Carinhoso, Dilma disse que, além de ampliar a cobertura dos dos atuais programas de saúde, será lançado um amplo programa de controle da anemia e deficiência de vitamina A e disponibilizado gratuitamente, em unidades de farmácia popular, remédios contra a asma.

Antes de anunciar o novo programa, Dilma disse que devia ser a primeira vez que um presidente fazia um pronunciamento no Dia das Mãe e, no caso, uma presidenta, “que é uma mulher, que é filha, mãe e avó”. Ela deixou um abraço a todas as mães brasileiras, “em especial às que mais sofrem”.

Agência Brasil

Fluzão campeão

13 maio, 2012 às 20:52 por Fernando LOBO

Peço licença aos leitores mas não podia deixar de homenagear o Fluminense.
Final, Flu 1 x 0 Botafogo

Peço licença aos leitores mas não podia deixar de homenagear o Fluminense.

Final: Flu 1 x 0 Botafogo

Fluzão Campeão - papel_parede_800x600


Ministro Brizola Neto é homenageado em assembleia dos metalúrgicos

13 maio, 2012 às 13:33 por Fernando LOBO

O ministro do Trabalho, Brizola Neto, participou nesta sexta-feira (11) de uma assembleia extraordinária de delegados e delegadas sindicais na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, e foi homenageado com o título de Sócio Benemérito. Ele recebeu a carteira de associado e uma placa de reconhecimento por seu trabalho em defesa dos direitos dos trabalhadores e de parabéns pela conquista do cargo de ministro.
A homenagem foi entregue pelo presidente do Sindicato, Miguel Torres, e pelo deputado federal Paulinho da Força, na presença de mais de 700 trabalhadores da categoria, diretores, coordenadores e assessores do Sindicato, autoridades políticas e presidentes de vários sindicatos.
“Esta é uma homenagem pela sua luta como deputado federal, sua participação em todas as nossas mobilizações em Brasília, pelo seu companheirismo, diálogo aberto e defesa dos direitos dos trabalhadores”, disse Miguel Torres.
O presidente licenciado da Força Sindical, Paulinho da Força, reforçou: “Você lá, no ministério, é muito importante para os trabalhadores, disse, lembrando que Brizola Neto vem de uma família de luta e tem muita capacidade de trabalho.
Bastante emocionado, Brizola Neto agradeceu os delegados e a categoria e enalteceu a luta do Sindicato, que em dezembro deste ano completará 80 anos de existência.
“Quero dizer a potência que é este Sindicato e cumprimentar esses companheiros que fazem deste um dos sindicatos mais representativos do Brasil”.
O ministro destacou a importância da lutas histórias dos trabalhadores e disse que “a legislação que garante direitos hoje custou muito sangue. Qualquer reivindicação trabalhista era tratada como caso de polícia. A partir da CLT os trabalhadores foram ganhando direitos e aumentando sua participação na renda nacional”, relatou.
Brizola Neto falou dos tempos da ditadura, que cassou direitos e pessoas; dos períodos de desemprego e inflação, que impediram o crescimento do país; criticou os juros altos, parabenizou a presidente Dilma pela coragem de enfrentar os banqueiros e disse que “entre o capital e o trabalho, o Ministério tem uma função muito clara de proteger o elo mais fraco desta relação. Aprendi com o meu avô (Leonel Brizola) a importância da luta dos trabalhadores. O ministro do Trabalho tem lado e é o lado dos trabalhadores”, afirmou.
Balanço das lutas
Antes da homenagem, o presidente Miguel Torres fez um balanço das lutas que o Sindicato vem fazendo junto com a categoria, e a força do deputado Paulinho no Congresso Nacional e junto ao governo, e que estão resultando na conquista de reivindicações importantes não só para os metalúrgicos como para todos os trabalhadores brasileiros.
Ele citou a luta pelo fim do fator previdenciário, pelo fim da cobrança do imposto de renda na PLR e nos abonos salariais, contra a desindustrialização, pelo corte dos juros, das ações do Sindicato nas fábricas, e dos departamentos – Mulher, Juventude, Memória Sindical, Jurídico, Segurança e Saúde, Esporte -, da conquista de cargos políticos, entre outras.
“Estamos fazendo a nossa parte e fazendo acontecer. Este sindicato não está parado. Estamos levando nosso trabalho para regiões fora da nossa base e ajudando outras categorias nas suas lutas”, disse Miguel Torres.
A diretora financeira Elza Costa Pereira disse que a representação dos trabalhadores não tem valor sem a presença e participação dos trabalhadores. “Contamos com vocês no dia a dia em todas as ações”, disse.
O secretário-geral, Arakém, destacou a tradição trabalhista do país. “Temos história e vamos seguir em frente, com a força dos trabalhadores”, disse.
Presenças
A assembleia contou com a presença do superintendente regional do Trabalho, José Mello; do secretário estadual de Emprego, Carlos Adreu Ortiz; do deputado estadual Major Olímpio, do vereador Cláudio Prado, de presidentes de vários sindicatos: Jorge Nazareno (metalúrgicos de Osasco), Antonio Ramalho (construção Civil), Murilo (engenheiros), Sérgio Marques (federação dos têxteis), Sérgio Leite (federação dos químicos), Nilson (gráficos), Maria Auxiliadora (brinquedos).
www.fsindical.org.br

brizola neto

O ministro do Trabalho, Brizola Neto, participou na sexta-feira (11) de uma assembleia extraordinária de delegados e delegadas sindicais na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, e foi homenageado com o título de Sócio Benemérito. Ele recebeu a carteira de associado e uma placa de reconhecimento por seu trabalho em defesa dos direitos dos trabalhadores e de parabéns pela conquista do cargo de ministro.

A homenagem foi entregue pelo presidente do Sindicato, Miguel Torres, e pelo deputado federal Paulinho da Força, na presença de mais de 700 trabalhadores da categoria, diretores, coordenadores e assessores do Sindicato, autoridades políticas e presidentes de vários sindicatos.

“Esta é uma homenagem pela sua luta como deputado federal, sua participação em todas as nossas mobilizações em Brasília, pelo seu companheirismo, diálogo aberto e defesa dos direitos dos trabalhadores”, disse Miguel Torres.

O presidente licenciado da Força Sindical, Paulinho da Força, reforçou: “Você lá, no ministério, é muito importante para os trabalhadores, disse, lembrando que Brizola Neto vem de uma família de luta e tem muita capacidade de trabalho.

Bastante emocionado, Brizola Neto agradeceu os delegados e a categoria e enalteceu a luta do Sindicato, que em dezembro deste ano completará 80 anos de existência.

“Quero dizer a potência que é este Sindicato e cumprimentar esses companheiros que fazem deste um dos sindicatos mais representativos do Brasil”.

O ministro destacou a importância da lutas histórias dos trabalhadores e disse que “a legislação que garante direitos hoje custou muito sangue. Qualquer reivindicação trabalhista era tratada como caso de polícia. A partir da CLT os trabalhadores foram ganhando direitos e aumentando sua participação na renda nacional”, relatou.

Brizola Neto falou dos tempos da ditadura, que cassou direitos e pessoas; dos períodos de desemprego e inflação, que impediram o crescimento do país; criticou os juros altos, parabenizou a presidente Dilma pela coragem de enfrentar os banqueiros e disse que “entre o capital e o trabalho, o Ministério tem uma função muito clara de proteger o elo mais fraco desta relação. Aprendi com o meu avô (Leonel Brizola) a importância da luta dos trabalhadores. O ministro do Trabalho tem lado e é o lado dos trabalhadores”, afirmou.

Balanço das lutas

Antes da homenagem, o presidente Miguel Torres fez um balanço das lutas que o Sindicato vem fazendo junto com a categoria, e a força do deputado Paulinho no Congresso Nacional e junto ao governo, e que estão resultando na conquista de reivindicações importantes não só para os metalúrgicos como para todos os trabalhadores brasileiros.

Ele citou a luta pelo fim do fator previdenciário, pelo fim da cobrança do imposto de renda na PLR e nos abonos salariais, contra a desindustrialização, pelo corte dos juros, das ações do Sindicato nas fábricas, e dos departamentos – Mulher, Juventude, Memória Sindical, Jurídico, Segurança e Saúde, Esporte -, da conquista de cargos políticos, entre outras.

“Estamos fazendo a nossa parte e fazendo acontecer. Este sindicato não está parado. Estamos levando nosso trabalho para regiões fora da nossa base e ajudando outras categorias nas suas lutas”, disse Miguel Torres.

A diretora financeira Elza Costa Pereira disse que a representação dos trabalhadores não tem valor sem a presença e participação dos trabalhadores. “Contamos com vocês no dia a dia em todas as ações”, disse.

O secretário-geral, Arakém, destacou a tradição trabalhista do país. “Temos história e vamos seguir em frente, com a força dos trabalhadores”, disse.

Presenças

A assembleia contou com a presença do superintendente regional do Trabalho, José Mello; do secretário estadual de Emprego, Carlos Adreu Ortiz; do deputado estadual Major Olímpio, do vereador Cláudio Prado, de presidentes de vários sindicatos: Jorge Nazareno (metalúrgicos de Osasco), Antonio Ramalho (construção Civil), Murilo (engenheiros), Sérgio Marques (federação dos têxteis), Sérgio Leite (federação dos químicos), Nilson (gráficos), Maria Auxiliadora (brinquedos).

www.fsindical.org.br

Feliz Dia das Mães

13 maio, 2012 às 8:33 por Fernando LOBO

Homenageio minha mãe Gloria, minha irma Bárbara e minha esposa Lucília.

Estendo também todo o meu carinho e respeito à todas as mães.

Bjs

feliz dia das mães


TRE-RJ decreta a perda de mandato de dois vereadores

13 maio, 2012 às 2:37 por Fernando LOBO

Na sessão desta quinta-feira (10), o TRE-RJ cassou o mandato eletivo dos vereadores João Ferreira Neto, de São João de Meriti, e Lenice Duarte Vianna, de Paty do Alferes. Nos termos da Resolução TSE 22.610/07, a turma julgadora entendeu que, em ambos os casos, houve desfiliação partidária sem justa causa. Eleito pelo PMN, João Neto filiou-se posteriormente ao PR. Lenice Vianna, por sua vez, desfiliou-se do PV para ingressar no PSC.
Na mesma sessão, o Tribunal condenou Jefferson Dias da Silva, vereador do PDT no município de Queimados e suplente de deputado federal, ao pagamento de multa no valor de R$ 25.000,00 por captação ilícita de sufrágio nas eleições gerais de 2010.
TRE

Na sessão de quinta-feira (10), o TRE-RJ cassou o mandato eletivo dos vereadores João Ferreira Neto, de São João de Meriti, e Lenice Duarte Vianna, de Paty do Alferes. Nos termos da Resolução TSE 22.610/07, a turma julgadora entendeu que, em ambos os casos, houve desfiliação partidária sem justa causa. Eleito pelo PMN, João Neto filiou-se posteriormente ao PR. Lenice Vianna, por sua vez, desfiliou-se do PV para ingressar no PSC.

Na mesma sessão, o Tribunal condenou Jefferson Dias da Silva, vereador do PDT no município de Queimados e suplente de deputado federal, ao pagamento de multa no valor de R$ 25.000,00 por captação ilícita de sufrágio nas eleições gerais de 2010.

TRE/RJ

VERGONHA: Ciep desativado é usado como estacionamento por estaleiro

12 maio, 2012 às 23:45 por Fernando LOBO

Secretaria de Educação diz que ocupação garante manutenção do imóvel localizado no Barreto. Pátio da escola chega a abrigar 50 veículos
A movimentação de estudantes nas aulas de educação física e nos intervalos de recreio no pátio do Ciep 445 — Jacy Pacheco, no Barreto, deu lugar a dezenas de carros estacionados. Desativada há cerca de quatro anos, a unidade escolar está sendo utilizada como estacionamento por funcionários do Estaleiro Aliança.
Na tarde da última quarta-feira, a equipe de reportagem flagrou cerca de 50 automóveis estacionados no pátio do Ciep, localizado na Rua Monsenhor Raeder, num dos acessos à favela Buraco do Boi e a cerca de 300 metros do Estaleiro Aliança, que fica às margens da Avenida do Contorno. O pátio da escola — que quando funcionava tinha capacidade para atender até mil alunos — teve faixas de sinalização e delimitação de vagas pintadas no chão e nas paredes.
Um funcionário de uma empresa terceirizada que presta serviços de manutenção e limpeza para o Estaleiro Aliança fica de plantão no local para controlar a entrada e a saída de veículos. A utilização das dependências do prédio público pela empresa privada acontece pelo menos desde janeiro.
— Antes, o Ciep estava abandonado, mas, desde o início do ano, vejo os carros estacionados lá dentro. Achei até que fosse um estacionamento rotativo — diz o comerciante Marcos Almeida, de 41 anos, que trabalha na rua do Ciep.
O Estaleiro Aliança confirmou que utiliza o espaço, mas não respondeu como obteve permissão para transformar o pátio do Ciep em estacionamento de seus funcionários. Informou apenas que contribui com projetos sociais desenvolvidos pela associação de moradores do bairro no espaço. Segundo o estaleiro, a associação seria a entidade responsável pela conservação do local.
A Secretaria de Estado de Educação tem explicação diferente para a utilização do Ciep Jacy Pacheco pelo Estaleiro Aliança. Segundo o órgão, o uso foi autorizado pela antiga Coordenadoria Regional de Educação. Para ocupar o pátio da escola, o estaleiro teria ficado responsável pela capina e a manutenção do sistema de iluminação do imóvel. Ainda de acordo com a secretaria, a permanência da empresa estaria evitando depredações e invasões ao Ciep.
No entanto, a Secretaria de Educação informa que já notificou a direção do Aliança para desocupar o Ciep. Um projeto para recuperar e adaptar a unidade para abrigar um Centro Vocacional Tecnológico (CVT) está sendo negociado com a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia. Os CVTs são unidades de ensino profissionalizante administradas pela Fundação de Apoio à Escola-Técnica (Faetec).
O Globo

Secretaria de Educação diz que ocupação garante manutenção do imóvel localizado no Barreto. Pátio da escola chega a abrigar 50 veículos

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Foto: Pedro Kirilos

A movimentação de estudantes nas aulas de educação física e nos intervalos de recreio no pátio do Ciep 445 — Jacy Pacheco, no Barreto, deu lugar a dezenas de carros estacionados. Desativada há cerca de quatro anos, a unidade escolar está sendo utilizada como estacionamento por funcionários do Estaleiro Aliança.

Na tarde da última quarta-feira, a equipe de reportagem flagrou cerca de 50 automóveis estacionados no pátio do Ciep, localizado na Rua Monsenhor Raeder, num dos acessos à favela Buraco do Boi e a cerca de 300 metros do Estaleiro Aliança, que fica às margens da Avenida do Contorno. O pátio da escola — que quando funcionava tinha capacidade para atender até mil alunos — teve faixas de sinalização e delimitação de vagas pintadas no chão e nas paredes.

Um funcionário de uma empresa terceirizada que presta serviços de manutenção e limpeza para o Estaleiro Aliança fica de plantão no local para controlar a entrada e a saída de veículos. A utilização das dependências do prédio público pela empresa privada acontece pelo menos desde janeiro.

— Antes, o Ciep estava abandonado, mas, desde o início do ano, vejo os carros estacionados lá dentro. Achei até que fosse um estacionamento rotativo — diz o comerciante Marcos Almeida, de 41 anos, que trabalha na rua do Ciep.

O Estaleiro Aliança confirmou que utiliza o espaço, mas não respondeu como obteve permissão para transformar o pátio do Ciep em estacionamento de seus funcionários. Informou apenas que contribui com projetos sociais desenvolvidos pela associação de moradores do bairro no espaço. Segundo o estaleiro, a associação seria a entidade responsável pela conservação do local.

A Secretaria de Estado de Educação tem explicação diferente para a utilização do Ciep Jacy Pacheco pelo Estaleiro Aliança. Segundo o órgão, o uso foi autorizado pela antiga Coordenadoria Regional de Educação. Para ocupar o pátio da escola, o estaleiro teria ficado responsável pela capina e a manutenção do sistema de iluminação do imóvel. Ainda de acordo com a secretaria, a permanência da empresa estaria evitando depredações e invasões ao Ciep.

No entanto, a Secretaria de Educação informa que já notificou a direção do Aliança para desocupar o Ciep. Um projeto para recuperar e adaptar a unidade para abrigar um Centro Vocacional Tecnológico (CVT) está sendo negociado com a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia. Os CVTs são unidades de ensino profissionalizante administradas pela Fundação de Apoio à Escola-Técnica (Faetec).

O Globo

Leandro Silva (PDT) será o vice de Conceição Rabha (PT) em Angra dos Reis

12 maio, 2012 às 22:54 por Fernando LOBO

Na tarde deste sábado, durante a festa promovida pelo diretório angrense do PDT, a legenda oficilizou o nome do Vereador Leandro Silva como o vice de Conceiçāo Rabha, do PT, na disputa pela prefeitura de Angra dos Reis. A Vereadora Lia esteve presente no evento, que contou com as presenças do Senador Lindberg Farias, dos Deputados Marcelo Matos e Luiz Sérgio; dos Prefeitos de São João de Meriti, Sandro Matos e o de Magaratiba, Evandro Capixaba; dos Vereadores Dr. ilson Peixoto e Cordeiro; lideranças partidárias e comunitárias e centenas de militantes.
“Hoje foi um momento muito especial nesta nossa jornada da democracia. Agora o apoio do PDT de Leonel Brizola a candidatura da professora Conceição Rabha é oficial e juntos nós e todos os partidos desta bonita aliança iremos buscar, através de nossos programas e projetos, a confiança do eleitor angrense”, avaliou Lia, que saiu muito contente do evento.
Blog da vereadora Lia

Leandro Silva e Conceição - 2012-05-12 16.07.58

Na tarde deste sábado, durante a festa promovida pelo diretório angrense do PDT, a legenda oficilizou o nome do Vereador Leandro Silva como o vice de Conceiçāo Rabha, do PT, na disputa pela prefeitura de Angra dos Reis. A Vereadora Lia esteve presente no evento, que contou com as presenças do Senador Lindberg Farias, dos Deputados Marcelo Matos e Luiz Sérgio; dos Prefeitos de São João de Meriti, Sandro Matos e o de Magaratiba, Evandro Capixaba; dos Vereadores Dr. ilson Peixoto e Cordeiro; lideranças partidárias e comunitárias e centenas de militantes.

Leandro Silva - Clube Vera Cruz - 2012-05-12 15.35.18

“Hoje foi um momento muito especial nesta nossa jornada da democracia. Agora o apoio do PDT de Leonel Brizola a candidatura da professora Conceição Rabha é oficial e juntos nós e todos os partidos desta bonita aliança iremos buscar, através de nossos programas e projetos, a confiança do eleitor angrense”, avaliou Lia, que saiu muito contente do evento.

Blog da vereadora Lia